27 de novembro de 2012

O povo de Deus clama por justiça e misericórdia.


Se esse mosteiro sair de Atibaia- SP, quem socorrerá tantos fiéis?
Como podemos aceitar que uma Ordem Carmelita, que ora por todos nós a séculos, seja expulsa assim sem uma explicação plausível?

Quem fará a Santa Missa para aquelas pessoas, haverá outro padre disposto a ficar no meio do nada para socorrer as pessoas de um bairro rural?
 
Em favor da Santa Missa, pois os fiéis tem o direito dado pelos Papas de a terem e isso não pode ser ignorado e desprezado por algumas autoridades do clero; agradeço de coração todas as pessoas que assinaram essa petição e peço que continuem a divulgar e compartilhar. 
 
Não é só Atibaia que está perdendo, somos todos nós. Sigamos firmes!  - 
 
 
 
 
                                                        PETIÇÃO PÚBLICA!


25 de novembro de 2012

Petição Pública!


Aqui está a petição em favor do Mosteiro Tradicional Carmelita de Atibaia, SP para que ele permaneça onde está. Peço aos amigos que conhecem a história e assim como eu acham uma injustiça.

Clamo por amor à Santa Missa (Tridentina) que o Frei sempre rezou no Mosteiro, levem em conta que agora lá e região não terá mais nenhum padre que a reze, eu peço que todos assinem esta petição!



Para quem desejar acompanhar a saga deste Mosteiro segue o link: carta-de-frei-tiago-de-sao-jose-sobre-expulsao-da-diocese-de-braganca-paulista/

12 de julho de 2012

Bem-aventurados os pacíficos!




" Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus [Mat. 5,9]. A perfeição reside na paz, em que não há resistência nenhuma. Por isto são pacíficos os filhos de Deus, porque em Deus nada resiste, e os filhos devem ser semelhantes ao pai. São pacíficos com sigo mesmos os que, ordenando todos os movimentos da alma e submetendo-os à razão, isto é, à mente e ao espírito, e tendo domadas as concupiscências da carne, se transformam em reino de Deus, onde tudo está ordenado de modo que o que é o principal e excelente no homem seja o que domine, sem oposição de tudo quanto temos em comum com os animais, e onde isto mesmo que prevalece no homem, a saber, a mente e a razão, está por seu turno submetido ao que lhe é superior, que é a própria verdade, o Filho unigênito de Deus.


Pois não pode mandar nos inferiores aquele que não se submete ao superior. E é esta a paz que se dá na terra aos homens de boa vontade [Luc. 2,14]; esta, a vida do sábio perfeito e consumado. De tão ordenado e pacífico reino foi lançado fora o príncipe deste século, que domina os perversos e desordenados. Composta interiormente e afirmada aquela paz, por mais perseguições que trame de fora o que fora foi lançado, não fará senão aumentar a glória que é conforme a Deus, sem derrubar nada daquele edifício nem conseguir, ao malograr nas suas maquinações, nada mais que patentear a grandíssima firmeza que há lá dentro. Donde se segue que são bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos céus [Mat. 5,10]."




Trecho do livro "Sobre o Sermão do Senhor na Montanha" - Santo Agostinho.

10 de junho de 2012

A igreja moderna tenta a Deus como Ele nunca foi tentado antes!

"Jesus disse a Satanás quando por este foi tentado no deserto: "Não tentarás o Senhor teu Deus".   Ora, parece que é isto que a igreja nova faz: exige que Deus tolere o que Deus não admite. Exige tolerar o erro e quem dele faz o seu estilo de vida.   Como se a caridade maior fosse a tolerância e não a correção para a verdade porque a verdade liberta e, então, para haver caridade apenas na verdade.   Qual o sinal para a afirmar tal ousadia de tentar a Deus?   O sinal está no fato de que a igreja que de seus membros exige a tolerância sob pena de recusar-lhes o acesso à sua oficialidade, também não exige a reciprocidade em relação aos outros tantos que tolera no erro.   Para ilustrar a falta de exigência de reciprocidade, cito o que ocorre com a matança que os muçulmanos operam contra os cristãos no Oriente e na África, nem sequer devidamente divulgada até mesmo na igreja oficial.   A bem da verdade, a igreja nova foi mais longe e não só tolera o erro mas diz oficialmente que no mesmo há elementos da verdade.   É a filosofia iluminista e da síntese tanto do "do-in" como de Hegel. A insistência de unir Cristo a Belial.   No entanto, no Salmo se reza: "Porque os mentirosos não poderão habitar com Deus, Deus não admite quem na sua boca traz a mentira e a língua enganadora".   Mas a igreja nova exige que Deus aceite ou tolere a mentira e todos os mentirosos e isto nada mais é do que tentar a Deus! Como dizer outra coisa?   E, assim, instrui seus adeptos como se isso fosse misericórdia ou a caridade. E também nisso vai mais além, porque diz que foi esta toda a compaixão na cruz e que o céu foi aberto a todos e vindos de todas as vias.   Entretanto, São Pedro alerta na sua carta: "Deus corrige aqueles que mais ama".   E disso, infelizmente, constata-se o fato, refletido nos pais quanto aos seus filhos pela revolução na igreja: a igreja que pede compaixão aos desviados, abandona-os no seu erro e não os corrige nem à beira da morte e do inferno. E nem sequer lhes oferece uma súplica por misericórdia na agonia final.   Tentar a Deus. Também tentou o faraó no Egito, apesar de ver as pragas aniquilarem seus súditos. E o que Deus disse a Moisés quando Moisés sugeriu clemência? Disse: "O faraó ainda não fez todo mal de que é capaz. Deixe-o que serei glorificado às custas dele".   Terrível. Simplesmente, terrível. E olhe que o faraó não usava o nome da Esposa de Deus, mas sempre se colocava no lado claramente oposto a Deus.   Temos que ver também que Deus não engana nem Se engana. Se Jesus anunciou um castigo como nunca houve nem haverá, de certo, do grande engano querido para se disseminar a apostasia, a tentação a Deus deverá ficar cada vez mais esclarecida e não ocultada, nem mesmo num só detalhe.   É também bem certo que a isto esteja relacionado a queda do impedimento do qual falou São Paulo e que Santo Tomás de Aquino relacionou ao fato de que "Deus tolera o pecado apenas quando o pecado se mantém oculto".    Se o castigo será o pior de todos, justamente porque Deus é justo, importa dizer que a traição precedente também já se traduz na maior traição de todas.   "Não tentarás o Senhor teu Deus". E o homem persiste na audácia pretensiosa e presunçosa de querer ensinar a Deus a justiça e a misericórdia.   De recusar a Cristo o total de sua identidade. De apagar o passado da Igreja. De negar ao Espírito Santo o domínio sobre a transmissão da Verdade.   Nem mesmo os anjos do céu, que hoje são muito mais poderosos do que Satanás, imaginariam ter uma ousadia tão grande e tão insana!   Porque contra os que invocam o Testemunho, a igreja nova os acusa de levarem consigo apenas uma tendência política ou uma mera interpretação.   Quando eles que insistem com uma gnose e com a ideologia mais conveniente como se fosse a verdade recusada desde o princípio ou desde Pedro!   Insanos: o Espírito Santo teria recusado a verdadeira interpretação aos apóstolos, a Pedro, aos mártires e aos santos e aos confessores!   O Espírito Santo teria se ocultado na história. A Verdade teria corrido da luz do dia e não a mentira! Deus teria se furtado dos pequeninos!   Ou eles que esconderam a Cruz? Ou eles que, rejeitando a Cruz, insistiram para que a mesma não fosse pregada e que não contrariasse o poder do dinheiro?   E tudo isso como se cada luz ou medicina do Espírito Santo não tivesse sido testemunhada pela cruz dos santos e dos mártires durante toda a história depois de Cristo!   É incrível! Têm de retirar da Igreja uma Santa Terezinha ou uma Santa Joana D'Arc! Não é mais possível que tenham sido católicas!   Não é mais possível que São Francisco tenha andado sobre brasas em chamas para testemunhar a Verdade diante dos muçulmanos!   Não é mais possível que Deus tenha matado todos os falsos sacerdotes para confirmar a fé verdadeira de Santo Elias no Monte Carmelo!   Todo o Israel e toda Roma de sempre não são mais possíveis! Não é mais possível um só santo nem cruz alguma! A Verdade já não supera a dor!   Se a glória da Verdade não pode mais encobrir a dor e a verdade é apenas o que se faz para evitar a dor, então, qual o sentido da Cruz?   Jesus lembrava que a felicidade da mãe quando ganhava seu nenê fazia com que aquela esquecesse da dor do parto, mas agora a igreja nova ensina que tudo que deve ser evitado é o parto, se no mesmo ocorre a dor. E não será por isso que não mais nascerão os bebês?   Tudo já está salvo. Estamos livres. Estamos no céu. A cruz está vazia. Todos façam sua felicidade como quiserem e Deus lhes será o servo para munir-lhes de poderes apenas para isso!   É a renovação, para não dizer 'revolução-Jesus', mas não é uma doutrina que se ouve no mundo desde os anos 1500? Coisa velha...   E não foi que se uniram aos detentores do poder do dinheiro, quando a Igreja disse tolerar os juros simples, mas não os juros compostos?   Como Deus é muito mais: os juros compostos foram a cilada que hoje amarra e desequilibra toda a economia do mundo!   "Deles Deus Se ri"! É mesmo verdade! "Caem na sepultura que cavaram"! Quanto mais cairão na sepultura que ousaram cavar para Deus! - Enviado por Minus

1 de maio de 2012

União jurídica com Roma?

1º) Que Dom Lefebvre opôs-se a Dom Gérard quando este tencionava fazer um acordo com as autoridades modernistas de Roma. Acordo este a respeito do qual Dom Gérard dizia que Roma dava tudo e não pedia nada;   2º) Que o mesmo Dom Lefebvre após as sagrações disse que, a partir daquele momento, ele só assinaria um acordo com Roma, se as autoridades romanas subscrevessem diversos documentos da Igreja que condenam os erros atuais;   3º) Que, ainda Dom Lefebvre, arrependeu-se de haver assinado um protocolo de pré-acordo com o Vaticano em vista de obter a permissão para sagrar bispos, pois chegou à conclusão de que as intenções das autoridades romanas não eram boas;   4º) Que, novamente Dom Lefebvre, disse a Bento XVI, na época ainda Cardeal, que eles não podiam se entender e que nós, os tradicionalistas, procuramos cristianizar o mundo e ele, o Cardeal, e os demais progressistas procuram descristianizar o mundo;   5º) Que a Fraternidade São Pedro, que tinha de Roma a faculdade de rezar exclusivamente a Missa tradicional, foi obrigada posteriormente a aceitar que seus membros pudessem rezar também a Nova Missa;   6º) Que Dom Lefebvre disse não convir colocarmo-nos sob a autoridade de alguém que não professa a Fé em sua integridade;   7º) Que em tempo de guerra preocupar-se em seguir as leis positivas[1] pode constituir-se numa imprudência, a qual pode equivaler em certos casos ao suicídio;   8º) Que a experiência mostra que pouquíssimos são os que voltam atrás quando as autoridades romanas não cumprem com suas promessas (como foi o caso da Fraternidade São Pedro);   9º) Que o estado de “reconciliação” com Roma causa um efeito de não considerar mais as autoridades romanas (progressistas) como inimigas a quem se deve combater;   10º) Que Dom Lefebvre disse serem os progressistas comparáveis a uma doença contagiosa, dos quais, portanto, devemos nos afastar, para não acontecer de nos contagiarmos;   11º) Que em todas as partes do orbe os fiéis estão em “estado de necessidade”, o qual lhes dá direito a um sacerdote de doutrina integralmente católica assim como a terem os Sacramentos e a Missa tradicionais. E que os sacerdotes têm o dever de caridade de ir atender a esses fiéis, mesmo sem permissão do Bispo do lugar.   JULGAMOS   1º) Que se Dom Lefebvre estivesse vivo, ele se negaria a fazer qualquer acordo com as autoridades romanas, por mais que elas nos oferecessem, e mesmo que não nos pedissem nada em troca, se essas mesmas autoridades não condenassem os erros modernos que se insinuam no seio da Igreja, condenados pelos Papas anteriores;   2º) Que hoje ainda Dom Lefebvre não conseguiria entender-se com Bento XVI, visto que este ainda tem os mesmos pensamentos que quando Cardeal;   3º) Que não podemos confiar nas promessas feitas por homens que desfazem as garantias para a Tradição, garantias essas que eles mesmos deram anteriormente;   4º) Que, assim como Dom Lefebvre o julgou, não devemos colocarmo-nos debaixo da obediência de alguém que não professa a Fé em sua integridade;   5º) Que na terrível guerra em que nos encontramos (entre a Santa Igreja e o modernismo; entre a verdade e o erro; entre a luz e as trevas) procurar a regularização de nossa situação é uma imprudência e um suicídio: é entregarmo-nos ao inimigo;   6º) Que seria de certo modo tentar a Deus colocarmo-nos em uma situação que provavelmente: a) nos conduzirá a cedermos em pontos importantes quando as autoridades romanas progressistas exigirem isso de nós; b) nos fará deixarmos de tratar com certas autoridades como inimigos a serem combatidos; c) fará que nos deixemos “contaminar” com o progressismo;   7º) Que seria um erro restringirmos nosso campo de ação aos lugares que nos designassem as autoridades romanas ou permitissem os Bispos diocesanos e não irmos atender aos fiéis que nos chamam, pelo fato de aí não termos permissão oficial de exercer o ministério sacerdotal, pois isso seria desconsiderar o “estado de necessidade” geral e grave.   NO ENTANTO   Poderiam objetar-nos que Dom Lefebvre conhecia muito bem tudo o que dissemos e, apesar disso, em diversas ocasiões ele manifestou o desejo de que a situação da Fraternidade fosse regularizada diante das autoridades romanas.   RESPONDEMOS   Que ainda que isso seja verdade, no entanto, desde maio de 1988 Dom Lefebvre não mais manifestou esse desejo e, pelo contrário, a partir dessa época tomou a posição de que qualquer entendimento com as autoridades romanas deveria ser antecedido por uma profissão de Fé por parte de Roma sobre os grandes documentos anti-liberais do Magistério, como, por exemplo, Pascendi, Quanta Cura, etc.. E ele conservou essa nova posição até a morte. O motivo que o levou a essa mudança foi o fato de ele ter passado a ver claramente que a Roma neo-modernista não tinha a menor intenção de proteger ou de aprovar a Tradição Católica.   CONCLUSÃO   União jurídica com Roma? Sim, mas na integridade da Fé católica, sem a qual ninguém pode se salvar e na liberdade de cumprirmos nossos deveres para com Deus e o próximo.   Arsenius   Fonte: Mosteiro da Santa Cruz [1] Por exemplo: os carros de bombeiros e as ambulâncias entram na contramão para melhor exercer sua função de salvar vidas.