Mostrando postagens com marcador Maçonaria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maçonaria. Mostrar todas as postagens

23 de dezembro de 2011

A Dupla Concepção de Vida



CAPÍTULO II
A DUPLA CONCEPÇÃO DE VIDA

A civilização cristã procede de uma concepção de vida diversa daquela que dera origem à civilização pagã.

O paganismo, empurrando o gênero humano pelo declive em que o pecado original o colocara, dizia ao homem que ele estava sobre a terra para fruir a vida e os bens que este mundo lhe oferece. O pagão não ambicionava, não buscava nada além disso; e a sociedade pagã estava constituída para oferecer esses bens tão abundantes e esses prazeres tão refinados, ou também tão grosseiros quanto possam ser, para os que estavam em situação de pretendê-los. A civilização antiga nasceu desse princípio, todas as suas instituições dele decorriam, sobretudo as duas principais, a escravidão e a guerra. Pois a natureza não é suficientemente generosa, e sobretudo então não tinha sido cultivada pelo tempo necessário e bastante bem para oferecer a todos os prazeres cobiçados. Os povos fortes subjugavam os povos fracos, e os cidadãos escravizavam os estrangeiros e mesmo seus irmãos, para obter produtores de riquezas e instrumentos de prazer.

O cristianismo chegou e fez o homem compreender que devia procurar numa outra direção a felicidade cuja necessidade não cessa de atormentá-lo. Ele destruiu a noção que o pagão criara da vida presente. O divino Salvador ensinou-nos por Sua palavra, persuadiu-nos por Sua morte e ressurreição, que se a vida presente é uma vida, ela não é A VIDA que Seu Pai nos destinou.

A vida presente não é senão a preparação para a vida eterna. Aquela é o caminho que conduz a esta. Nós estamos in via, diziam os escolásticos, caminhando ad terminum, na estrada para o céu. Os sábios de hoje exprimiriam a mesma idéia, dizendo que a terra é o laboratório no qual se formam as almas, no qual se recebem ese desenvolvem as faculdades sobrenaturais que o cristão, após a morte, gozará na morada celeste. Como a vida embrionária no seio materno. É também uma vida, mas uma vida em formação, na qual se elaboram os sentidos que deverão funcionar na estada terrestre: os olhos que contemplarão a natureza, o ouvido que recolherá suas harmonias, a voz que a isso misturará seus cantos etc.

No céu nós veremos a Deus face a face,1 é a grande promessa que nos foi feita.
Toda a religião está baseada nela. E no entanto nenhuma natureza criada é capaz
dessa visão.

Todos os seres vivos têm sua maneira de conhecer, limitada por sua própria natureza. A planta tem um certo conhecimento das substâncias que devem servir à sua manutenção, posto que suas raízes se estendem em direção a elas, procurandoas para ingeri-las. Esse conhecimento não é uma visão. O animal vê, mas ele não tem a inteligência das coisas que seus olhos abarcam. O homem compreende essas coisas, sua razão as penetra, abstrai as idéias que elas contêm e através delas se eleva à ciência. Mas as substâncias das coisas permanecem escondidas, porque o homem é apenas um animal racional e não uma pura inteligência. Os anjos, inteligências puras, vêem a si mesmos na sua substância, podem contemplar diretamente as substâncias da mesma natureza da deles, e com mais razão as substâncias inferiores. Mas eles não podem ver a Deus. Deus é uma substância à parte, de uma ordem infinitamente superior. O maior esforço do espírito humano conseguiu qualificá-Lo de “ato puro”, e a Revelação nos diz que Ele é uma trindade de pessoas na unidade da substância, a segunda engendrada pela primeira, a terceira que procede das outras duas, e isso numa vida de inteligência e de amor que não tem começo nem fim. Ver a Deus como Ele é, amá-Lo como Ele Se ama -- e nisto consiste a beatitude prometida -- está acima das forças de toda natureza criada e mesmo possível. Para compreendê-Lo, essa natureza não deveria ser nada menos que igual a Deus.

Mas aquilo que não tem cabimento pela natureza pode sobrevir pelo dom gratuito de Deus. E isto é: nós o sabemos porque Deus no-lo disse ter feito. Isto serve para os anjos e isto serve para nós. Os anjos bons vêem a Deus face a face, e nós somos chamados a gozar da mesma felicidade.

Nós não podemos chegar a isso senão por alguma coisa de sobre-acrescentado, que nos eleva acima de nossa natureza, que nos torna capazes daquilo de que somos radicalmente impotentes por nós mesmos, como seria o dom da razão para um animal ou o dom da visão para uma planta. Essa alguma coisa é chamada aqui em baixo de graça santificante. É, diz o apóstolo São Pedro, uma participação na natureza divina. E é preciso que seja assim; pois, como acabamos de ver, em nenhum ser a operação ultrapassa, pode ultrapassar a natureza desse ser. Se um dia somos capazes de ver
a Deus, é porque alguma coisa de divino terá sido depositada em nós, ter-se-á tornado uma parte do nosso ser, e o terá elevado até torná-lo semelhante a Deus. “Bemamados, diz o apóstolo São João, agora somos filhos de Deus, e aquilo que um dia seremos ainda não se manifestou: seremos semelhantes a Ele, porque nós O veremos tal como Ele é” (I Jo., III, 2).

Essa alguma coisa nós a recebemos desde este mundo, no santo Batismo. O apóstolo São João a chama um germe (I Jo., III, 9), isto é, o início de uma vida. Era o que Nosso Senhor nos assinalava quando falava a Nicodemos sobre a necessidade de um novo nascimento, de uma geração para a nova vida: a vida que o Pai tem nEle mesmo, que Ele dá ao Filho, e que o Filho nos traz ao nos enxertar nEle pelo Santo Batismo. Essa palavra enxerto, que dá uma imagem tão viva de todo o mistério, São Paulo a tomara de Nosso Senhor, que disse a Seus apóstolos: “Eu sou a videira, vós sois os ramos. Assim como o ramo não pode dar fruto por si só, sem permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim”.

Essas idéias elevadas eram familiares aos primeiros cristãos. O que o demonstra é que os apóstolos, quando levados a falar delas nas Epístolas, fazem-no como de uma coisa já conhecida. E de fato, foi assim que os ritos do batismo lhes foram apresentados em longas catequeses. Depois, as vestes brancas dos neófitos lhes dizia que eles começavam uma vida nova, que relativamente a essa vida eles estavam nos dias da infância: Filhos espirituais, era-lhes dito, como crianças recém-nascidas, desejai ardentemente o leite que deve alimentar vossa vida sobrenatural: o leite da fé sem alteração, sine dolo lac concupiscite, e o leite da caridade divina. Quando o desenvolvimento do germe que recebestes tiver chegado a seu fim, essa fé tornar-se-á clara visão, essa caridade tornar-se-á amor divino.

Toda a vida presente deve tender a esse desabrochar, à transformação do velho homem, do homem da pura natureza e mesmo da natureza decaída, em homem deificado. Eis o que acontece aqui em baixo ao cristão fiel. As virtudes sobrenaturais, infundidas em nossa alma no batismo, desenvolvem-se a cada dia pelo exercício que nós lhes damos com os socorros da graça, e tornam assim a graça capaz das atividades sobrenaturais que deverá desdobrar no céu. A entrada no céu será o nascimento, assim como o batismo foi a concepção.

Assim são as coisas. Eis o que Jesus fez e a respeito do que Ele veio informar o gênero humano. Desde então a concepção da vida presente foi radicalmente mudada. O homem não estava mais sobre a terra para gozar e morrer, mas para se preparar para a vida do alto e merecê-la.

GOZAR, MERECER, são as duas palavras que caracterizam, que separam, que opõem as duas civilizações.

Isto não quer dizer que desde o momento em que o cristianismo foi pregado os homens não pensaram em mais nenhuma outra coisa que não fosse a sua santificação. Eles continuaram a perseguir as finalidades secundárias da vida presente, e a cumprir, na família e na sociedade, as funções que elas requerem e os deveres que elas impõem. Ademais, a santificação não se opera unicamente pelos exercícios espirituais, mas pelo cumprimento de todo dever de estado, por todo ato feito com pureza de intenção. “Tudo quanto fizerdes, diz o apóstolo São Paulo, por palavras ou por obras, fazei-o em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo... Trabalhai para agradar a Deus em todas as coisas, e dareis frutos em toda boa obra” (Col., I, 10 e III, 17).

Além disso, permaneceram na sociedade, e nela permanecerão até o fim dos tempos, as duas categorias de homens que a Santa Escritura tão bem denomina: os bons e os maus. Todavia é de se reparar que o número dos maus diminui e o número dos bons aumenta à medida que a fé adquire mais influência na sociedade. Estes, porque têm a fé na vida eterna, amam a Deus, fazem o bem, observam a justiça, são os benfeitores de seus irmãos, e por tudo isso fazem reinar na sociedade a segurança e a paz. Aqueles, porque não têm fé, porque seus olhares ficaram fixados nesta terra, são egoístas, sem amor, sem piedade por seus semelhantes: inimigos de todo o bem, eles são na sociedade uma causa de discórdia e de impedimento para a civilização.

Misturados uns aos outros, os bons e os maus, os crentes e os incrédulos, formam as duas cidades descritas por Santo Agostinho: “O amor a si, que pode ir até ao desprezo de Deus, constitui a sociedade comumente chamada “o mundo”; o amor a Deus, levado até ao desprezo de si mesmo, produz a santidade e povoa “a vida celeste”.

À medida que a nova concepção da vida trazida por Nosso Senhor Jesus Cristo à terra entrou nas inteligências e penetrou nos corações, a sociedade se modificou: o novo ponto de vista mudou os costumes, e, sob a pressão das idéias e dos costumes, as instituições se transformaram. A escravidão desapareceu, e ao invés de se ver os poderosos subjugarem seus irmãos, viu-se-os se dedicarem até ao heroísmo para obter-lhes o pão da vida presente, e também, e sobretudo, para obter-lhes o pão da vida espiritual, para elevar as almas e santificá-las. A guerra não mais foi feita para se apoderar dos territórios de outrem, e conduzir homens e mulheres à escravidão, mas para quebrar os obstáculos que se opunham à expansão do reino de Cristo e obter para os escravos do demônio a liberdade dos filhos de Deus.

Facilitar, favorecer a liberdade dos homens e dos povos nos seus passos em direção ao bem, tornou-se a finalidade para a qual as instituições sociais se encaminharam, senão sua finalidade expressamente determinada. E as almas aspiraram ao céu e trabalharam para merecê-lo. A busca dos bens temporais pelo gozo que deles se pode tirar não foi mais o único nem mesmo o principal objeto da atividade dos cristãos, pelo menos dos que estavam verdadeiramente imbuídos do espírito do cristianismo, mas a busca dos bens espirituais, a santificação da alma, o crescimento das virtudes, que são o ornamento e as verdadeiras delícias da vida daqui de baixo, e ao mesmo tempo garantia da bem-aventurança eterna.

As virtudes adquiridas pelos esforços pessoais se transmitiam pela educação de uma geração a outra; e assim se formou pouco a pouco a nova hierarquia social, fundada não mais sobre a força e seus abusos, mas sobre o mérito: em baixo, famílias que se detiveram na virtude do trabalho; no meio, aquelas que, sabendo juntar ao trabalho a moderação no uso dos bens que ele lhes propicia, fundaram a propriedade através da poupança; no alto, aquelas que, desembaraçando-se do egoísmo, se elevaram às sublimes virtudes da dedicação a outrem: povo, burguesia, aristocracia. A sociedade foi baseada e as famílias escalonadas sobre o mérito ascendente das virtudes, transmitidas de geração em geração.

Tal foi a obra da Idade Média. Durante seu curso, a Igreja realizou uma tripla tarefa. Ela lutou contra o mal que provinha das diversas seitas do paganismo e o destruiu; ela transformou os bons elementos que se encontravam entre os antigos romanos e as diversas espécies de bárbaros; enfim, Ela fez triunfar a idéia que Nosso Senhor Jesus Cristo dera da verdadeira civilização. Para aí chegar, Ela tinha-Se empregado primeiramente em reformar o coração do homem; daí viera a reforma da família, a família reformara o Estado e a sociedade: via inversa daquela que se quer seguir hoje.

Sem dúvida, crer que, na ordem que acabamos de explanar, não tenha havido desordem, seria se enganar. O antigo espírito, o espírito do mundo, que Nosso Senhor havia anatematizado, jamais foi, jamais será completamente vencido e aniquilado. Sempre, mesmo nas melhores épocas, ainda quando a Igreja obteve na sociedade a maior ascendência, houve homens bons e homens maus; mas viam-se as famílias subir em razão de suas virtudes ou declinar em razão de seus vícios; viam-se os povos distinguir-se entre si por suas civilizações, e o grau de civilização prender-se às aspirações dominantes em cada nação: elas se elevavam quando essas aspirações depuravam e subiam; elas regrediam quando suas aspirações levavam-nas em direção ao gozo e ao egoísmo. Entretanto, ainda que acontecesse que nações, famílias, indivíduos se abandonassem aos instintos da natureza ou a eles resistissem, o ideal cristão permanecia sempre inflexivelmente mantido sob os olhos de todos pela Santa Igreja.

O impulso imprimido à sociedade pelo cristianismo começou a diminuir, dissemos, no século XIII; a liturgia o percebe e os fatos o demonstram. Inicialmente houve a paralisação, depois o recuo. Esse recuo, ou melhor, essa nova orientação, foi logo tão manifesta que recebeu um nome, a RENASCENÇA, renascença do ponto de vista pagão na idéia da civilização. E com o recuo veio a decadência. “Tendo-se em conta todas as crises atravessadas, todos os abusos, todas as sombras no quadro, é impossível contestar que a história da França -- a mesma observação vale para toda a república cristã -- é uma ascensão, como história de uma nação, enquanto a influência moral da Igreja domina, e que ela se torna uma queda, apesar de tudo o que essa queda às vezes tem de brilhante e de épico, desde que os escritores, os sábios, os artistas e os filósofos substituíram a Igreja e A despojaram de seu domínio”.2


1 Vidimus nunc per speculum in aenigmate: tunc autem facie ad faciem. Nunc cognosco ex parte: tunc autem cognoscam sicut cognitus sum. (I Cor., XIII, 12). Agora vemos num espelho e em enigma: mas então veremos face a face. Agora conheço imperfeitamente: mas então conhecerei como sou conhecido (por intuição). (Conf. Mat. XVIII, 10; I Jo, III, 2). O Concílio de Florença definiu: Animae sanctorum... intuentur clare impsum Deum trinum et unum sicut est: As almas dos santos vêem claramente o próprio Deus, tal qual Ele é na trindade das pessoas e na unidade de Sua natureza.  
 
2 Maurice Talmeyr.


Fonte: DELASSUS, Monsenhor Henri. A Conjuração Anticristã - O Templo Maçônico que quer se erguer sobre as ruínas da  I g r e j a  C a t ó l i c a. Tomo I, Capítulo II – A Dupla Concepção de Vida, p.16-19.

26 de novembro de 2011

Alta Vendita


Desvenda a trama maçônica de mutação da Igreja em uma organização maçônica!
Extraído de A Instrução Permanente da Alta Vendita por TAN Books & Publishers 



A INSTRUÇÃO PERMANENTE DA ALTA VENDITA

Católicos poucos sabem da Instrução Permanente da Vendita Alta, um documento secreto escrito no início do século 19, que traçou um plano para a subversão da Igreja Católica. O Vendita Alta foi a maior loja da Carbonari, uma sociedade secreta italiana com ligações à Maçonaria e que, juntamente com a Maçonaria, foi condenado pela Igreja Católica. Fr. E. Cahill, SJ, em seu livro Maçonaria e os estados Anti-Christian Movement que a Alta Vendita era "geralmente se supõe ter sido na época o centro que regem a Maçonaria Europeia." O Carbonari foram mais ativos na Itália e na França. Em seu livro Atanásio e da Igreja do Nosso Tempo, o Bispo Rudolph Graber citou um maçom que declarou que "o objetivo [da Maçonaria] não é mais a destruição da Igreja, mas para utilizá-lo infiltrando-lo."

Em outras palavras, uma vez que a Maçonaria não pode apagar completamente a Igreja de Cristo, que planeja não só para erradicar a influência do catolicismo na sociedade, mas também para usar a estrutura da Igreja como um instrumento de "renovação," progresso "" e "iluminação" para muitos mais de seus próprios princípios e objetivos. Um Esboço A estratégia avançada em A Instrução Permanente da Alta Vendita é surpreendente em sua audácia e astúcia. Desde o início, o documento fala de um processo que levará décadas para conseguir. Aqueles que elaboraram o documento sabiam que não veriam o seu cumprimento. Eles estavam inaugurando uma obra que seria exercida por sucessivas gerações de iniciados. A Instrução Permanente diz: "Em nossas fileiras o soldado morre ea luta continua." A Instrução chamado para a difusão das idéias liberais e axiomas na sociedade e nas instituições da Igreja Católica, para que leigos, seminaristas, clérigos e prelados teriam , ao longo dos anos, gradualmente, ser imbuído de princípios progressistas. Com o tempo, essa mentalidade seria tão penetrante que os padres seriam ordenados, bispos seria consagrada e cardeais seria nomeado cujo pensamento estava em sintonia com o pensamento moderno enraizada na Declaração da Revolução Francesa dos Direitos do Homem e outros "Princípios de 1789 "(igualdade das religiões, a separação entre Igreja e Estado, o pluralismo religioso, etc.)

Eventualmente, um Papa seria eleito dessas fileiras que levaria a Igreja no caminho da "iluminação" e "renovação". Eles afirmaram que não era seu objetivo de colocar um maçom na Cátedra de Pedro. Seu objetivo era efeito de um ambiente que acabaria por produzir um Papa e uma hierarquia conquistados para as idéias do catolicismo liberal, o tempo todo acreditando-se ser católicos fiéis. Estes líderes católicos, então, não mais se opor as idéias modernas da revolução (como tinha sido prática corrente dos Papas de 1789 até 1958, a morte do Papa Pio XII-que condenou estes princípios liberais), mas que uni-las para o igreja. O resultado final seria um clero católico e marchando leigos sob a bandeira do Iluminismo, todo o pensamento enquanto eles estão marchando sob a bandeira das chaves apostólicas.

É possível?
Para aqueles que acreditam que este esquema a ser exagero, um objetivo muito impossível para o inimigo a atingir, deve-se notar que tanto o Papa Pio IX e Leão XIII pediu que A Instrução Permanente ser publicado, sem dúvida, a fim de impedir que tal tragédia ocorra. No entanto, se tal estado de coisas escuras jamais vir a passar, não seria, obviamente, três meios inconfundíveis de reconhecê-lo:


1) Ele iria produzir uma convulsão de tal magnitude que o mundo inteiro iria perceber que houve uma grande revolução dentro da Igreja Católica, de acordo com idéias modernas. Seria claro para todos que uma "atualização" tinha ocorrido.


2) Uma nova teologia seria introduzido que estaria em contradição com os ensinamentos anteriores.


3) Os maçons se iria manifestar a sua cock-a-doodle de triunfo, acreditando que a Igreja Católica tinha finalmente "visto a luz" em pontos como a igualdade das religiões, o Estado laico, o pluralismo eo que quer que outros compromissos tinham sido alcançados.


A autenticidade dos documentos Alta Vendita 
Os papéis secretos da Alta Vendita que caiu nas mãos do Papa Gregório XVI abraçar um período que vai de 1820-1846. Eles foram publicados a pedido do Papa Pio IX por Cretineau-Joly em sua obra A Igreja romana e Revolução. Com a breve aprovação de 25 fevereiro de 1861, que se dirigiu para o autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade desses documentos, mas ele não permitiu que ninguém a divulgar os verdadeiros membros da Alta Vendita implicados nesta correspondência. O texto completo da Instrução Permanente da Vendita Alta também está contido em Mons. George E. Dillon 's livro, Maçonaria do Grande Oriente Unmasked. Quando o Papa Leão XIII foi presenteado com uma cópia de Mons. Livro Dillon, ele ficou tão impressionado que ordenou uma versão em italiano para ser concluída e publicada a expensas próprias. Na Encíclica Humanum Genus (1884), Leão XIII chamados líderes católicos para "arrancar a máscara da Maçonaria e tornar claro para todos que ele realmente é." A publicação desses documentos é uma forma de "arrancar a máscara."
E se os Papas pediu que essas cartas sejam publicadas, é porque eles queriam que todos os católicos a conhecer os planos as sociedades secretas "para subverter a Igreja por dentro, de modo que os católicos ficariam por sua guarda e, esperamos, evitar tal catástrofe de tomar lugar.

O que se segue não é a instrução inteira, mas as seções que são mais pertinentes à nossa discussão. O documento lê (com grifos nossos):

Nosso objetivo final é a de Voltaire e da Revolução Francesa destruição-final do catolicismo, e até mesmo da idéia cristã. . . . O Papa, seja quem for, nunca virá às sociedades secretas, é até a sociedades secretas dar o primeiro passo para a Igreja, com o objectivo de conquistar dois deles. A tarefa que vamos empreender não é o trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano, que pode durar vários anos, talvez um século, mas em nossas fileiras o soldado morre ea luta continua Nós não pretendemos atrair os Papas à nossa causa, para torná-los neófitos dos nossos princípios, propagadores das nossas idéias. Isso seria um sonho ridículo, e se os acontecimentos acabam de alguma forma, se cardeais ou prelados, por exemplo, de sua livre vontade ou por surpresa, deve entrar em uma parte de nossos segredos, isso não é de todo um incentivo para desejando a sua elevação à Sé de Pedro. Essa elevação arruinar-nos. Só a sua ambição levou-os a apostasia, a necessidades do poder forçá-los a sacrificar-nos.


O que devemos pedir, o que devemos procurar e esperar, como os judeus esperam pelo Messias, é um papa de acordo com nossas necessidades. . . Com que nós sempre marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com os panfletos dos nossos irmãos na França e até mesmo o ouro da Inglaterra. Você quer saber o motivo para isso? É que com esta, a fim de despedaçar a grande rocha sobre a qual Deus construiu Sua Igreja, já não precisamos de vinagre anibaliano, ou de pólvora, ou até mesmo das nossas armas. Nós temos o dedo mindinho do sucessor de Pedro comprometido na jogada, e este dedo mindinho é tão bom, por isso cruzada, como todos os IIs Urban e todos os São Bernardos da Cristandade. Não temos dúvida de que chegaremos a este fim supremo dos nossos esforços. Mas quando? Mas como? O desconhecido ainda não foi revelado. No entanto, como nada nos irá desviar do plano estabelecido, e pelo contrário, tudo tende a este, como se tão cedo quanto o sucesso de amanhã iriam para coroar o trabalho que é apenas esboçado, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos funcionários a cargo do Vente supremo [Lodge] alguns conselhos que deverão imbuir em todos os irmãos, na forma de instrução ou de um memorando. . . Agora, então, para assegurarmos um Papa com as características desejadas, é uma primeira pergunta de moldar para este Papa uma geração digna do reinado que sonhamos. Deixe os velhos e os de idade madura de lado; ir para a juventude, e se é possível, mesmo para as crianças. . . . Você vai inventar para si mesmos, a baixo custo, uma reputação de bons Católicos e de puros patriotas.

Esta reputação dará acesso à nossa doutrina no meio do clero jovem, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do soberano, eles serão chamados a escolher um pontífice que deve reinar. E este Pontífice, como a maioria de seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído do [revolucionário] princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação. É um pequeno grão de mostarda preta que vamos confiar no chão, mas o sol da justiça desenvolvê-lo até ao mais alto poder, e você vai ver um dia que rica colheita esta pequena semente vai produzir. No caminho que estamos a traçar para os nossos irmãos há grandes obstáculos a vencer, as dificuldades de mais de um tipo de dominar. Eles irão triunfar sobre eles pela experiência e pela clarividência, mas o objetivo é tão esplêndido que é importante para colocar todas as velas ao vento, a fim de alcançá-lo.Você quer revolucionar a Itália; olhar para o Papa cujo retrato acabámos de desenhar. Você deseja estabelecer o reino dos escolhidos no trono da prostituta da Babilônia, deixar o clero marche sob o seu padrão, sempre acreditando que está a marchar sob a bandeira das chaves apostólicas. Você pretende fazer o último vestígio dos tiranos e opressores desaparecerão; colocar suas armadilhas [redes] como Simão Bar-Jona; colocá-los nas sacristias, os seminários e os mosteiros, em vez de no fundo do mar: e se você fizer não pressa, nós prometemos-lhe uma pescaria mais milagrosa do que o seu. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens, você vai trazer amigos à volta da Cadeira Apostólica. Você vai ter pregado uma revolução de tiara e de capa, marchando com a cruz eo estandarte, uma revolução que terá de ser apenas um pouco estimulados a atear fogo aos quatro cantos do mundo.

Resta agora para nós examinar o quão bem sucedido este projeto tem sido. O Iluminismo, meu amigo, é "Blowin 'in the Wind" Ao longo do século 19, a sociedade tornou-se cada vez mais permeada com os princípios liberais do Iluminismo e da Revolução Francesa, em detrimento da grande Fé Católica eo Estado católico. Supostamente "mais amável e gentil" noções de pluralismo religioso, o indiferentismo religioso, uma democracia que acredita que toda autoridade vem do povo, falsas noções de liberdade, a separação entre Igreja e Estado, reuniões inter-religiosas e outras novidades foram prender as mentes de pós-iluminista Europa, infectando estadistas e clérigos igualmente. Os Papas do século 19 e início do século 20, fizeram guerra contra estas tendências perigosas na batalha vestido cheio. Com presença de espírito clarividente enraizada em um descomprometido certeza de Fé, estes Papas não foram tomadas dentro Eles sabia que os princípios do mal, não importa o quão honrados que possam parecer, não pode dar bons frutos, e estes foram os princípios do mal no seu pior, já que estavam enraizadas não só na heresia, mas em apostasia. Como generais no comando que reconhecem o dever de prender sua terra a todo o custo, esses papas poderosos canhões destinados a erros do mundo moderno e disparou sem cessar. O Encíclicas eram seus balas de canhão, e eles nunca erraram o alvo.A explosão mais devastadora veio na forma de Syllabus, o Papa Pio IX, 1864 monumental de erros, e quando a fumaça se dissipou, todos os envolvidos na batalha não estavam em dúvida quanto ao que estava de que lado. As linhas de demarcação foi claramente desenhado. Neste grande Syllabus, Pio IX condenou os principais erros do mundo moderno, não porque foram moderno, mas porque estas novas ideias estavam enraizadas no naturalismo panteísta e, portanto, incompatível com a doutrina católica, bem como ser destrutivo para a sociedade. Os ensinamentos do Syllabus foram contra o liberalismo, e os princípios do liberalismo foram contra-Syllabus. Este foi, sem dúvida, reconhecido por todas as partes. Padre Denis Fahey referiu a este confronto como Pio IX contra a deificação panteísta do Homem. Falando para o outro lado, o maçon francês Ferdinand Buisson também declarou: "A escola não pode permanecer neutro entre o Syllabus ea" Declaração dos Direitos do Homem. "
"Católicos liberais"

No entanto, o século 19 viu uma nova geração de católicos que utopianly procurou um compromisso entre os dois. Estes homens olharam para o que eles acreditavam ser "bom" nos princípios de 1789 e tentou introduzi-los na Igreja. Muitos clérigos, infectados pelo espírito da época, foram presos nesta rede que tinha sido "lançado no sacristias e nos seminários." Eles vieram a ser conhecidos como "católicos liberais". Papa Pio IX observou que eles foram os piores inimigos da Igreja. Apesar disso, o seu número aumentou. Papa São Pio X eo Modernismo Esta crise atingiu seu pico por volta do início do século 20, quando o liberalismo de 1789 que havia sido "Blowin 'in the wind" rodado no furacão do Modernismo. Fr. ". Trindade dos pais" Vincent Miceli identificou esta heresia como tal através da descrição do modernismo Ele escreveu:


1) Seu ancestral religioso é a Reforma Protestante;
2) Seu pai filosófico é o Iluminismo;
3) O seu pedigree político vem da Revolução Francesa.
Papa São Pio X, que subiu à cadeira papal em 1903, reconheceu o Modernismo como uma praga mortal que deve mais ser preso. Ele escreveu que a obrigação mais importante do Papa é para garantir a pureza e integridade da doutrina católica, e ele ainda afirmou que, se ele não fez nada, então ele teria falhado no seu dever essencial. São Pio X travou uma guerra contra o Modernismo, emitiu uma encíclica (Pascendi) e um Syllabus (Lamentabili) contra ela, instituiu o Juramento Anti-Modernista de ser jurado por todos os sacerdotes e professores de teologia, expurgados os seminários e universidades de modernistas e excomungados da. teimoso e não arrependido São Pio X efetivamente suspendeu a propagação do Modernismo no seu dia. Relata-se, no entanto, que quando ele foi felicitado por ter erradicado este grave erro, St. Pio X respondeu imediatamente que, apesar de todos os seus esforços, ele não tinha conseguido matar esta besta, mas só tinha conduzido-lo no subsolo.Ele advertiu que se os líderes da Igreja não eram vigilantes, seria voltar no futuro mais virulento do que nunca.

Curia no Alert
Um drama pouco conhecido que se desenrolou durante o reinado do Papa Pio XI demonstra que a corrente subterrânea do pensamento modernista estava vivo e bem no imediato período pós-Pio X. Padre Raymond Dulac relata que no consistório secreto de 23 de maio de 1923, o Papa Pio XI questionou os trinta Cardeais da Cúria sobre a oportunidade de convocar um concílio ecumênico. Estiveram presentes, tais prelados ilustres como cardeais Merry del Val, Lai De, Gasparri, Boggiani e Billot. Os cardeais se colocaram contra. Cardeal Billot advertiu: "A existência de profundas diferenças no meio do episcopado em si não pode ser escondida. . . [Eles] correm o risco de dar lugar a discussões que serão prolongadas indefinidamente ". Boggiani recordou as teorias modernistas a partir do qual, segundo ele, uma parte do clero e dos bispos não foram isentos. "Esta mentalidade pode inclinar certos Padres aos movimentos presentes, para introduzir métodos incompatíveis com as tradições católicas".
Billot foi ainda mais preciso. Ele expressou seu medo de ver o conselho manobrado "por" os piores inimigos da Igreja, os modernistas, que já estão se preparando, como certas indicações show, para levar adiante a revolução na Igreja, um novo 1789. "Em desencorajar a idéia de um conselho por tais razões, esses Cardeais mostraram-se mais aptos a reconhecer os "sinais dos tempos" do que todos os teólogos pós-Vaticano II combinado. No entanto, sua cautela pode ter sido enraizada em algo mais profundo. Eles também podem ter sido assombrado pelos escritos do ilumine infame, o excomungado Canon Roca (1830-1893), que pregava a revolução ea Igreja "reforma" e que previu uma subversão da Igreja que seria ocasionada por um. Conselho Canon delírios revolucionários Roca Em Atanásio seu livro e da Igreja do Nosso Tempo, o Bispo Graber refere-se a previsão Canon Roca de uma Igreja nova, iluminada, que seria influenciada pelo "socialismo de Jesus e os Apóstolos." Em meados do século 19, a Roca havia previsto: "A nova igreja, que pode não ser capaz de reter nada da Doutrina Escolástica e da forma original da antiga Igreja, não deixará de receber a consagração e jurisdição canônica de Roma." Bispo Graber, comentando sobre esta previsão, observou, " Há alguns anos atrás este ainda era inconcebível para nós, mas hoje em dia. . .? "


Canon Roca também predisse a "reforma". Litúrgica Com referência à liturgia futuro, ele acredita "que o culto divino, na forma dirigida pela liturgia, ritual, cerimonial e regulamentos da Igreja Romana em breve sofrer uma transformação em um concílio ecumênico , que irá restaurar a ele a simplicidade do venerável idade de ouro dos Apóstolos, em conformidade com os ditames da consciência e da civilização moderna. "Ele predisse que através deste conselho virá" um acordo perfeito entre os ideais da civilização moderna eo ideal de Cristo e Seu Evangelho. Esta será a consagração da Nova Ordem Social eo batismo solene da civilização moderna. "Roca também falou do futuro do Papado. Ele escreveu: "Há um sacrifício iminente que representa um ato solene de expiação. . . O Papado cairá; morrerá sob a faca sagrada que os Padres do Concílio última forjará. O caesar papal é um host [vítima] coroada para o sacrifício. "Roca predisse entusiasticamente uma" nova religião "," novo dogma "," novo ritual "," novo sacerdócio. "" Ele chamou 'progressistas' os novos sacerdotes [sic ], ele fala da "supressão" da sotaina [batina] eo 'casamento dos padres. "echos Chilling de Roca e da Alta Vendita encontram-se nas palavras do Dr. Rosacruz Rudolph Steiner, que declarou em 1910, "Precisamos de um conselho e um Papa de proclamá-la." O Grande Conselho, que nunca estava por perto de 1948, o Papa Pio XII, a pedido do Cardeal Ruffini staunchly ortodoxa, pensou em chamar um conselho geral e até passou alguns anos fazendo os preparativos necessários. Há evidências de que elementos progressistas em Roma finalmente dissuadidos Pio XII de trazê-lo à realização uma vez que este conselho mostrou sinais claros de estar em sincronia com Humani Generis. Como este grande encíclica de 1950, o novo conselho a combater "falsas opiniões que ameaçam minar os fundamentos da doutrina católica." Tragicamente, o Papa Pio XII se convenceu de que ele estava muito avançado em anos, para arcar com esta tarefa gigantesca, e ele resignou-se a a idéia de que "isso será para o meu sucessor."


Roncalli para "Consagrai Ecumenismo"
Durante todo o pontificado do Papa Pio XII (1939-1958), o Santo Ofício sob a liderança capaz de Cardeal Ottaviani manteve uma paisagem segura Católica, mantendo os cavalos selvagens do Modernismo firmemente encurralados. Muitos dos teólogos modernistas de hoje com desdém contam como eles e seus amigos foram "amordaçados" durante este período. No entanto, mesmo Ottaviani não poderia impedir o que estava para acontecer em 1958. Um novo tipo de Papa "a quem os progressistas acreditava favor de sua causa" subiria para a cadeira pontifical e forçaria uma Ottaviani relutantes em remover a trava, abrir o curral e cinta-se para a debandada. No entanto, tal estado de coisas não era imprevisível. Com a notícia da morte de Pio XII, o velho Dom Lambert Beauduin, um amigo do cardeal Roncalli (futuro João XXIII), confidenciou ao Padre Louis Bouyer: "Se eles elegem Roncalli, tudo seria salvo; ele seria capaz de chamando um conselho e de consagrar o ecumenismo "E assim aconteceu: o cardeal Roncalli foi eleito e convocou um conselho que". consagrada "ecumenismo. A "revolução de tiara e lidar" estava em andamento.


Revolution Papa João
É bem conhecido e soberbamente documentado que uma camarilha de teólogos liberais (Periti) e bispos sequestrado Concílio Vaticano II (1962-1965) com uma agenda de refazer a Igreja à sua própria imagem através da implementação de uma "nova teologia". Críticos e defensores do Concílio Vaticano II estão de acordo sobre este ponto. Em seu livro Vatican II Revisited, Bispo Aloysius J. Wycislo (um defensor rapsódico do Vaticano II revolução) declara com entusiasmo que "os teólogos e estudiosos da Bíblia que tinha sido" sob uma nuvem "há anos surgiram como Periti [especialistas teológico aconselhando os bispos no Conselho], e seus livros pós-Vaticano II e comentários tornou-se leitura popular. "Ele observa que" encíclica do Papa Pio XII Humani Generis [1950] tinha. . . um efeito devastador sobre o trabalho de um número de pré-conciliar teólogos ", e explica que" Durante a preparação precoce do Conselho, os teólogos (principalmente franceses, com alguns alemães), cujas atividades haviam sido restrito pelo Papa Pio XII, ainda estavam em uma nuvem. Papa João calmamente levantou a proibição afetando alguns dos mais influentes. No entanto, um número manteve-se suspeito para os funcionários do Santo Ofício ". Bishop Wycislo canta os louvores dos progressistas triunfante, como Hans Küng, Karl Rahner, Courtney John Murray, Yves Congar, Henri de Lubac, Edward Schillebeeckx e Gregory Baum, que tinha sido considerado suspeito antes do Concílio, mas que agora são os luminares da teologia pós-Vaticano II. Com efeito, aqueles a quem o Papa Pio XII considerada imprópria para estar andando pelas ruas do catolicismo foram agora no controle da cidade. E, como se para coroar suas realizações, o Juramento contra o Modernismo foi discretamente suprimido logo após o encerramento do Conselho.
São Pio X previu corretamente. Falta de vigilância de autoridade tinha permitido que o Modernismo para retornar com uma vingança. "Marching sob uma nova bandeira" Houve inúmeras batalhas no Concílio Vaticano II entre o Grupo Internacional de Padres, que lutaram para manter a tradição eo grupo Rhine progressiva. Tragicamente, no final, foi o último, o elemento liberal e modernista que prevaleceu.Era óbvio, para quem tivesse olhos para ver, que o Conselho abriu a porta para muitas idéias que tinha sido anteriormente um anátema para o ensinamento da Igreja, mas que estão em sintonia com o pensamento modernista. Isso não aconteceu por acaso, mas pelo design. Os progressistas no Concílio Vaticano II evitou condenações de erros modernistas. Eles também plantaram deliberadamente ambiguidades nos textos do Conselho que pretendiam explorar depois do Concílio. Estas ambiguidades têm sido utilizados para promover um ecumenismo que havia sido condenado pelo Papa Pio XI, a liberdade religiosa que tinha sido condenado pela 19 e início do século 20 Papas (especialmente o Papa Pio IX), uma nova liturgia ao longo das linhas do ecumenismo que Arcebispo Bugnini chamado de "uma conquista importante da Igreja Católica", uma colegialidade que atinge o coração do primado papal e uma "nova atitude para com o mundo" - especialmente em um dos mais radical de todos os documentos do Conselho, Gaudium et Spes . Como os autores de A Instrução Permanente da Alta Vendita esperava, as noções de cultura Liberal tinha finalmente ganhou a adesão entre os jogadores principais na hierarquia católica e, portanto, foram espalhados por toda a Igreja inteira. O resultado foi uma crise sem precedentes de Fé, que continua a piorar. Ao mesmo tempo, inúmeros clérigos de alto escalão, obviamente embriagado pelo espírito do Vaticano II," continuamente louvar essas reformas pós-conciliares que trouxeram esta calamidade passar.


* Observação: A tradução foi realizada pelo Google, por isto aparecerão alguns erros na concordância, nas palavras, porém o sentido geral do texto está bem claro!

18 de novembro de 2011

O objectivo da Maçonaria organizada:




Neutralizar e “instrumentalizar” a Igreja Católica

     Como vimos quanto ao exemplo de Portugal em 1917, as forças da Maçonaria (e os seus aliados comunistas) conspiraram para impedir que a Mensagem de Fátima acabasse de se cumprir em Portugal. Insinuou-se que a Mensagem era uma fraude ou uma ilusão infantil; os próprios videntes foram perseguidos e até ameaçados de morte. Tal era o ódio destas forças contra a Igreja Católica e a Virgem Mãe de Deus.
     O mesmo sucede com estas forças que hoje estão à solta por todo o Mundo. Não é preciso descer aos devaneios das teorias de conspiração para saber que, até 1960, os Papas escreveram mais condenações e avisos sobre os manejos dos Maçons e dos Comunistas contra a Igreja do que sobre qualquer outro tema na História da Igreja.
     Sobre este ponto, não podemos deixar de considerar a infame Permanent Instruction of the Alta Vendita, um documento maçónico que delineava todo um plano para infiltrar e corromper a Igreja Católica no século XX1. Apesar de estar na moda, desde o Concílio Vaticano II, ridicularizar a existência de uma tal conspiração, deve notar-se que os papéis secretos da Alta Vendita (uma sociedade secreta italiana), entre os quais a Permanent Instruction, caíram nas mãos do Papa Gregório XVI. A Permanent Instruction foi publicada a pedido do Bem-Aventurado Papa Pio IX pelo Cardeal Crétineau-Joly no seu livro The Roman Church and Revolution2. Pelo seu Breve de aprovação, datado de 25 de Fevereiro de 1861 e endereçado ao autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade daPermanent Instruction e dos outros documentos maçónicos, mas não permitiu que se divulgassem os nomes verdadeiros dos membros da Alta Vendita mencionados nos documentos. O Papa Leão XIII também pediu a sua publicação. Ambos os Papas actuaram, certamente, para evitar que se concretizasse uma tal tragédia, que estes grandes Pontífices sabiam que estava longe de ser impossível. (O Papa Pio XII também o sabia, como podemos inferir dos comentários proféticos que fez quando ainda era Secretário de Estado do Vaticano).
     O texto completo da Permanent Instruction também se encontra no livro de Monsenhor George E. Dillon Grand Orient Freemasonry Unmasked3. Quando deram um exemplar do livro de Monsenhor Dillon ao Papa Leão XIII, este ficou tão impressionado que encomendou que se fizesse uma edição italiana, paga por sua conta4.
     A Alta Vendita era a loja mais categorizada dos Carbonários, uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com esta, foi condenada pela Igreja Católica5. O respeitável historiador católico Padre E. Cahill, S.J., que não pode ser considerado como um “maníaco das conspirações”, escreveu no seu livroFreemasonry and the Anti-Christian Movement, que a Alta Vendita «era geralmente considerada na altura como o centro governativo da Maçonaria europeia»6. Os Carbonários estiveram especialmente activos na Itália e na França [e em Portugal, sobretudo de 1910 a 1926]6a.
     No seu livro Athanasius and the Church of Our Time (1974), o Bispo Rudolph Graber, autoridade objectiva e irrepreensível que escreveu depois do Concílio Vaticano II, citou um Maçon ilustre que declarou que «o objectivo (da Maçonaria) já não é a destruição da Igreja, mas utilizá-la através da infiltração»7. Por outras palavras, como a Maçonaria não pode obliterar completamente a Igreja de Cristo, tenciona não só extirpar a influência do Catolicismo na sociedade, como também usar a estrutura da Igreja como instrumento de “renovação”, “progresso” e “iluminação” - isto é, como um meio de levar a cabo muitos dos princípios e objectivos maçónicos.
     Ao discutir a visão maçónica da sociedade e do Mundo, o Bispo Graber introduz o conceito de sinarquia: «O que agora enfrentamos é a súmula das forças secretas de todas as ‘ordens’ e escolas, que se uniram para formar um governo mundial invisível. Num sentido político, a sinarquia pretende integrar todas as forças da finança e da sociedade que o governo mundial, naturalmente sob chefia socialista, tem que apoiar e promover. O Catolicismo, como todas as religiões, seria consequentemente absorvido num sincretismo universal. Não só não seria suprimido como, pelo contrário, seria integrado, uma táctica que já está em andamento segundo o princípio da fraternidade entre clerigos (das várias religiões)».
     A estratégia delineada pela Permanent Instruction para atingir este objectivo é espantosa pela sua audácia e astúcia. O documento refere-se, desde o princípio, a um processo que levará décadas a cumprir. Os autores do documento sabiam que não viveriam para assistir ao seu triunfo. Estavam, sim, a inaugurar uma obra que seria retomada por gerações sucessivas de iniciados. Como diz a Permanent Instruction: «Nas nossas fileiras o soldado morre mas a luta continua».
     A Instruction propunha a disseminação das ideias e axiomas liberais pela sociedade e dentro das instituições da Igreja Católica, de tal modo que os leigos, seminaristas, clerigos e prelados seriam gradualmente, e ao longo dos anos, imbuídos de princípios progressistas. Esta nova mentalidade viria eventualmente a ser tão difusa que seriam ordenados Padres, sagrados Bispos e nomeados Cardeais indivíduos cujo pensamento estaria em harmonia com as ideias modernas baseadas nos “Princípios de 1789” (isto é, os princípios da Maçonaria, que inspirou a Revolução Francesa) - ou seja: o pluralismo, a igualdade de todas as religiões, a separação da Igreja e do Estado, a liberdade de expressão sem restrições, e assim por diante.
     Chegar-se-ia por fim a eleger um Papa vindo destes meios, que levaria a Igreja pelo caminho da “iluminação e renovação”. Note-se, desde já, que não estava nos seus planos colocar um Maçon na Cadeira de S. Pedro. O seu objectivo era criar as condições que acabariam por produzir um Papa e uma Hierarquia conquistados pelas ideias do Catolicismo liberal, ao mesmo tempo que se consideravam Católicos fiéis.
     Estes dirigentes católicos liberalizados deixariam de se opor às ideias modernas da Revolução (ao contrário dos Papas de 1789 a 1958, que condenaram de forma unânime estes princípios liberais), mas, pelo contrário, amalgamá-los-iam à Igreja ou “baptizá-los-iam” para os colocarem dentro da Igreja. O resultado final seria um Clero e um laicado católicos que marchariam sob a bandeira da “iluminação”, pensando ao mesmo tempo estarem a marchar sob a bandeira das Chaves Apostólicas.
     Certamente com a Permanent Instruction no pensamento, o Papa Leão XIII em Humanum Genus exortou os dirigentes católicos «arrancai à Maçonaria a máscara com que ela se cobre, e fazei-a ver tal qual é»8. A publicação destes documentos da Alta Vendita era um meio de “arrancar a máscara”.
     Para que não se diga que nós interpretámos mal a Permanent Instruction, vamos agora citá-la extensamente. O que se segue não é a Instruction completa, mas a secção mais relevante como prova. Lê-se no documento:
     O Papa, qualquer que ele seja, não virá às sociedades secretas; compete às sociedades secretas dar o primeiro passo em direcção à Igreja, para conquistar a ambos.
     A tarefa que vamos empreender não é trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas nas nossas fileiras o soldado morre e a luta continua.
     Não tencionamos atrair os Papas à nossa causa, fazê-los neófitos dos nossos princípios, propagadores das nossas ideias. Isso seria um sonho ridículo; e se acontecesse que Cardeais ou prelados, por exemplo, quer por sua livre vontade ou de surpresa, entrassem em parte dos nossos segredos, isso não seria de modo nenhum um incentivo para desejar a sua elevação à Cadeira de Pedro. Essa elevação arruinar-nos-ia. Só a sua ambição levá-los-ia à apostasia, e as necessidades do poder forçá-los-iam a sacrificar-nos. O que devemos desejar, o que devemos procurar e esperar, tal como os judeus esperam pelo Messias, é um Papa conforme às nossas necessidades (...)
     Com isto marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com os panfletos dos nossos irmãos em França e até do que com o ouro da Inglaterra. Quereis saber a razão? É que com isto, para despedaçar a grande rocha em que Deus erigiu a Sua Igreja, já não precisamos de vinagre anibaliano, ou de pólvora, ou mesmo das nossas armas. Temos o dedo mínimo do sucessor de Pedro comprometido nesta empresa, e este dedinho vale tanto, para esta cruzada, como todos os Urbanos II e todos os São Bernardos da Cristandade.
     Não temos dúvidas de que chegaremos a este fim supremo dos nossos esforços. Mas quando? Mas como? O desconhecido ainda não foi revelado. Contudo, visto que nada nos irá desviar do plano estabelecido e, pelo contrário, tudo tenderá para ele, como se já amanhã o trabalho que mal foi esboçado fosse coroado de sucesso, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos dignitários na chefia da Suprema Vendita alguns conselhos em forma de instrução ou memorando, conselhos esses que eles deverão imbuir em todos os irmãos (…)
     Ora bem, para assegurarmos um Papa com as características desejadas, é preciso, em primeiro lugar, modelá-lo (…)[e,] para este Papa, uma geração digna do reinado que sonhamos. Ponde de parte os velhos e os de idade madura; dedicai-vos aos jovens e, sendo possível, até às crianças (…) Conseguireis sem grande custo uma reputação de bons Católicos e de puros patriotas.
     Esta reputação dará acesso à nossa doutrina entre os jovens Clerigos, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice, será chamado a escolher o novo Pontífice que há-de reinar. E este Pontífice, tal como a maioria dos seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação. É um grãozinho de mostarda preta que vamos confiar à terra; mas o sol da justiça desenvolvê-lo-á ao mais alto poder, e vereis um dia que rica colheita esta sementezinha produzirá.
     No caminho que estamos a traçar para os nossos irmãos, há muitos grandes obstáculos a conquistar, dificuldades de mais do que um género para dominar. Eles triunfarão sobre aqueles pela experiência e pela clarividência; mas o objectivo é de tal esplendor que é importante abrir todas as velas ao vento para o alcançar. Se quereis revolucionar a Itália, procurai o Papa cujo retrato acabámos de esboçar. Se quereis estabelecer o reino dos escolhidos no trono da prostituta da Babilónia, fazei com que o Clero marche sob a vossa bandeira, enquanto acredita que está a marchar sob a bandeira das chaves apostólicas. Se quereis fazer desaparecer o último vestígio dos tiranos e opressores, deitai as vossas redes como Simão Bar-Jona; deitai-as nas sacristias, nos seminários e nos mosteiros em vez de as deitardes no fundo do mar; e, se não vos apressardes, prometemo-vos uma pescaria mais miraculosa que a dele. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens; colocareis amigos à volta da Cadeira apostólica. Tereis pregado uma revolução de tiara e de capa, marchando com a cruz e o estandarte; uma revolução que só precisará de ser um pouco instigada para incendiar os quatro cantos do Mundo9.

Fonte: O Derradeiro Combate do Demônio, capítulo 5.

15 de novembro de 2011

Paulo VI maçom?!!

A desconfiança e hostilidade relativamente à “abertura” de João XXIII e de Paulo VI, rumo às pressões do mundo moderno, eram devidas à suspeita de que tais Pontífices conduziam uma obra de destruição subtil, dirigida pela Maçonaria para impor o reino de Satanás, destruindo a autêntica Fé em Deus, em Jesus Cristo, Filho de Deus, e na Virgem Maria.
Em 1965, Paulo VI recebe no Vaticano o Chefe da Loja P2, Licio Gelli. A seguir, Paulo VI concede a Gelli o grau de Comendador: “Equitem Ordinis Sancti Silvestri Papae”.
 
A ABERTURA DE PAULO VI À MAÇONARIA
 
A Igreja Católica sempre condenou a “seita maçónica”. Primeiro foi o Papa Clemente XII, em 1738. Depois deste, todos os Pontífices renovaram a condenação, as sanções, as admoestações.
Cito as principais encíclicas contra a Maçonaria:
– PROVIDAS de Bento XIV de 18.5.1751;
– ECCLESIAM de Pio VII de 13.9.1821;
– QUO GRAVIORA, C. A. de Leão XII de 13.3.1825;
– TRADITI de Pio VIII de 24.5.1829;
– QUI PLURIBUS de Pio IX de 9.11.1846;
– QUIBUS QUANTISQUE de Pio IX de 20.4.1849;
– HUMANUM GENUS de Leão XIII de 20.4.1884;
– PASCENDI de S. Pio X de 8.9.1907.
Bento XIV abençoa a trabalho de Mons. Jouin: “Contra as seitas inimigas da religião”.
Pio XII, em 24 de Julho de 1958, denunciou a Maçonaria como raiz do ateísmo científico, do materialismo, da dialéctica, do racionalismo, do laicismo.
O Papa João XXIII, em 1960, recordou ao Sínodo Romano: «Em quanto concerne à seita maçónica, os fiéis devem recordar-se que a pena estipulada no Código de Direito Canónico (cân. 2335) está ainda em vigor.
Em 5 de Janeiro de 1954, o Santo Ofício condenou uma obra do Grão-mestre da Maçonaria austríaca.
Em 20 de Fevereiro de 1959, a Assembleia Plenária dos Cardeais, Arcebispos e Bispos argentinos, publicou uma “Declaração” em que recordava a condenação formal dos Papas Clemente XII e São Pio X.
Mas, depois, veio a nova orientação da Igreja, confirmada pelo mação Ives Marsaudon num seu livro. Infelizmente, esta “nova atitude” da Igreja foi a virada do Vaticano II, guiado por João XXIII, primeiro, e depois por Paulo VI, o qual adoptou repentinas posições ecuménicas e liberais para com a Maçonaria.
Para aclarar este aspecto de Paulo VI, vejamos alguns dos seus “feitos” e “ditos”:
1.O elogio fúnebre do Grão Mestre do Palazzo Giustiniani, Giordano Gamberini, feito na “La Rivista Massonica”, conclui dizendo: «... Pela primeira vez na História, os mações podem prestar homenagem ao túmulo de um Papa, sem ambiguidade nem contradição».
Entre 1948 e 1950, o então Mons. Montini disse ao P. A. Morlion, OP: «Não passará uma geração e, entre as duas sociedades (Igreja e Maçonaria), será feita a paz». Essa paz, de facto, foi sancionada por uma carta de 19 de Julho der 1974 do Card. Seper, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, ao Card. Krol, Presidente da Conferência Episcopal dos EUA.
2. Numa carta privada do Conde Léon Poncins, perito em questões maçónicas, lê-se: «… Com Pio X e Pio XII, nós, franco-mações, podemos bem pouco, mas com Paulo VI vencemos!»
3.Um chefe da Maçonaria, o Sr. Marsaudon, no seu livro “O Ecumenismo visto por um Franco-mação de Tradição”, falando de Montini, escreveu: «Pode verdadeiramente falar-se de Revolução, a qual, a partir das nossas lojas maçónicas, se estendeu magnificamente sobre a Basílica de São Pedro».
De facto, a “Reforma Litúrgica” foi prevista pelo mação Roca, em 1883. Escreveu: «Num Concílio Ecuménico (Vaticano II – N.R.) a Igreja sofrerá uma transformação que a porá de harmonia com a civilização moderna».
4.Paulo VI anula a “censura” sobre a Maçonaria, pelo que o Grão-mestre Lino Salvini, em 18 de Março de 1978, poderá dizer: «As nossas relações com o Vaticano são óptimas!» A Maçonaria, de facto, penetrou na Igreja de Paulo VI.
Comprova-o as “leis maçónicas” que entraram na Igreja no seu Pontificado, como as do aborto, divórcio, separação entre a Igreja e o Estado, degradação dos Seminários e das Congregações Religiosas… Um verdadeiro “plano maçónico” como o da ONU e da UNESCO. Foi o lançamento da sua “religião do homem”, um conceito caracterizadamente maçónico.
5.Recordo também a sua visita à ONU, onde, antes de recitar o seu discurso humanista, Paulo VI entrou na “Meditation Room”, santuário maçónico, no centro do qual está “um altar para um Deus sem rosto”.
6. Durante a sua viagem à Terra Santa, em 1964, no Monte das Oliveiras, Paulo VI abraçou o Patriarca Ortodoxo Atenágoras I, mação de grau 33!
7. Desde essa viagem à Terra Santa, em 1964, Paulo VI começou a usar o Ephod, colar que o Pontífice judeu, Caifás, ostentava quando condenou Jesus Cristo à morte, porque Se declarou “Filho de Deus”! O Ephod, deste modo, assume o significado de negação da divindade de Jesus Cristo.
8. Em 13 de Novembro de 1964, Paulo VI depõe no altar a “Tiara” (tríplice coroa, símbolo dos poderes do Papa), renunciando a ela definitivamente. Além disso, dará o “seu báculo” e o seu “anel” ao budista birmanês e mação U’ Thant, Secretário-geral da ONU.
9. Em 7 de Dezembro de 1965, na conclusão do Vaticano II, disse na homilia: «… A religião de Deus que Se fez Homem, encontrou-se com a religião – porque é uma – do homem que se faz Deus»… É de observar que “a religião do homem que se faz Deus” é a religião da auto-divinação do homem da Maçonaria.
Mas “o homem que se faz Deus”, no entanto, comete o pecado de Lúcifer e segue o conselho da serpente bíblica: «Sereis como deuses”. Isto não é senão o pensamento do herético teólogo Teilhard de Chardin, sectário mação da Ordem Martinista e considerado a “alma” do Vaticano II. Nada de admirar, então, se na Comissão Directiva para uma “Bíblia de concórdia”, Paulo VI quis também o Grão-mestre do Grande Oriente de Itália, Prof. Giordano Gamberini, um dos fundadores e “Bispo” da “Igreja Gnóstica” italiana, que é a “igreja satanista”, fundada em França, em 1888.
10. Em 23 de Março de 1966, Paulo VI coloca no dedo do Dr. Ramsey, laico e mação, o seu “novo anel” conciliar, e depois, juntamente com ele, dá a “bênção” aos presentes.
11. Em 3 de Junho de 1971, Paulo VI recebe em audiência pública, no Vaticano, membros da “Loja Maçónica” da B’nai B’rith, a mais poderosa loja maçónica, reservada aos judeus, aos quais Paulo VI chamou “meus caros amigos”!
12. Em 29 de Novembro, “a Conferência dos Bispos Católicos e a Liga Antidifamação da B’nai B’rith anunciaram a formação de um, grupo comum de trabalho, destinado a examinar os problemas relativos à fé dos judeus e dos católicos.”
13. Numa carta ao Grão-mestre Gamberini, o P. Rosário Esposito escreve que «uma série de decisões de Paulo VI são uma indiscriminada abertura à Maçonaria».
14. O Grande Comendador do Supremo Conselho da Maçonaria do México, Carlos Vasquez Rangel, revelou que «Angelo Roncalli fora iniciado na Maçonaria em Paris». De facto, «estava em Paris quando os não-iniciados Angelo Roncalli e Giovanni Montini foram iniciados, no mesmo dia, nos augustos mistérios da Fraternidade. Por isso, não é estranho que muita coisa que foi realizada no Concílio Vaticano II por João XXIII fosse baseada em princípios e postulados maçónicos» (cf. “Processo” n. 832, 12 de Outubro de 1992, citado por C.D.I. Reportes, Maio de 1995, nº 179, p. 4).
15. De várias partes e muitas vezes, de maneira objectiva, por vezes violenta, se insinuou que também Paulo VI – segundo peritos de heráldica e nobreza – seria descendente de judeus convertidos (entre várias fontes, citamos Paul Scortesco, “L’Église condannée”, suol. “Lumiére” nº 148, 1976, pp. 23 e ss.; Leon De Poncins, “Christianisme et Franc-Maçonnerie”, Ed. de “La Pensée Française”, Chiré, p. 272, nota 5); além disso, teria sido “iniciado” na Loja da B’nai B’rith, e sempre teve boas relações com franco-mações e ambientes judaicos! (Pode ver-se a “documentação” sobre o pensamento e a “obra maçónica” de Paulo VI em “Forts dans la Foi”, nºs 46 e 47, 1976, nos artigos do Padre Simon e Guérard des Lauriers).
16. Não se pode ignorar, além disso, que a eleição ao Papado do Card. Montini foi devida à intervenção da Alta Maçonaria Judaica da B’nai B’rith. Documento escrito pelo Príncipe Scotersco, primo-irmão do Príncipe Borghese, Presidente do Conclave que elegeu Montini a Supremo Pontífice, contém a seguinte informação sobre o Conclave de 21 de Junho de 1963: «Durante o Conclave saiu um Cardeal da Capela Sistina, para se encontrar com representantes da B’nai B’rith, e anunciou-lhes a eleição do Cardeal Siri. Responderam dizendo que as perseguições contra a Igreja seriam imediatamente retomadas. Regressando ao Conclave, fez eleger Montini»!
[...]
O Vaticano II era composto também por liberais e modernistas que, todavia, dissimulavam a sua pertença ideológica à Maçonaria. Por exemplo, o mação Card. Liénnart, que, provocando a rejeição da discussão dos esquemas preparados pelo Santo Ofício, queridos por João XXIII, transformou o Vaticano II numa Torre de Babel de tipo maçónico.
Aqui chegados, a hipótese da invasão maçónica do Vaticano já não é uma simples hipótese, mas uma realidade que lança luz sobre o Modernismo de Paulo VI, sobre o seu deixar andar a demolição da Igreja, sob o seu encarniçamento na destruição dos Estados Católicos, sobre a sua abertura ao Leste e o seu comportamento ideológico, ainda antes do seu discurso à ONU, um dos mais altos lugares da Maçonaria.
Recordemos a sua falta de oposição ao projecto do seu amigo Mons. Etchegaray, Presidente da Conferência Episcopal Francesa e Bispo de Marselha, quando quis dotar o Santuário de Nossa Senhora da Guarda com uma capela para os budistas e outra para os muçulmanos.
Esta era uma intenção tipicamente maçónica!
Tudo isto explica os altares voltados para o povo, a Comunhão na mão, o fim da Missa Tradicional, os Catecismos heréticos para corromper a Fé, etc., que nos fazem lembrar a advertência da Senhora de La Salette: «Roma perderá a Fé e tornar-se-á a sede do Anti-Cristo»; e a da Senhora em Fátima quando disse: «Satanás conseguirá introduzir-se até ao cimo da Igreja»!
Neste ponto, já ninguém se pode espantar com a veracidade da “Lista Pecorelli”, que contém 121 nomes de altos Prelados inscritos na Maçonaria.
Note-se que, pelo menos os principais e mais chegados e poderosos, eram colaboradores de Paulo VI.
 
1° Mons. Pasquale Macchi
Foi seu secretário pessoal de 1967 a 1978, mas seu próximo desde 1954. Pois bem, também o seu nome está incluído na “Lista Pecorelli”, com os “dados”: inscrição: 23/4/1958: matrícula: 5463/2; nome de código: MAPA.
2° Cardeal Jean Villot
Foi muitos anos Secretário de Estado de Paulo VI, a seguir do Papa João Paulo I e, depois, de João Paulo II até à sua morte (em 9.3.1979).
O General G. Leconte, dos “Serviços Secretos franceses e o oficial Masmay afirmaram explicitamente que o Card. Villot era mação, e que “os seus pais eram ambos mações da Loja Rosa-Cruz”!
Eis os seus “dados”: inscrição: 6/8/1966; matrícula: 041/3; nome de código: JEANNI.
3° Cardeal Agostino Casarolli
Em 20 de Outubro de 1985, o Card. Casarolli, por ocasião das celebrações do 40º aniversário da ONU, fez, na Igreja de São Patrício de Nova Iorque, “uma homilia de grande fôlego”, cujo conteúdo “atesta que a concordância entre a Igreja e a Maçonaria podia ser considerada, de facto, adquirida”.
O Ven. Ermnegildo Benedetti, já “Grande Orador” do “Grande Oriente de Itália”, falando dos “irmãos” ao semanário “Oggi”, em 17 de Junho de 1981, declarou: «Dizia-se de Mons. Bettazzi, de Mons. Casarolli (...). Fique bem claro: não eram falatórios de corredor; eram “informações reservadas” que nós trocávamos, nós, os do vértice da Maçonaria Italiana».
Que o Card. Casarolli fosse “mação”, admitiu-o também o Papa João Paulo II. De facto, em 15 de Outubro de 1984, veio ver-me um Arcebispo, colaborador chegado do Papa, com o seu secretário. Disse-me ter dado a ler ao Pontífice o meu artigo “A nova Concordata” (Chiesa Viva, nº 145), no qual o primeiro indicado era exactamente o Card. Casarolli. Pois bem, o Arcebispo disse-me que, depois de ter notado ao Papa que o artigo evidenciava a presença do Card. Casarolli na lista maçónica, João Paulo II, batendo três vezes o punho na mesa, exclamou: «Já sei!... Já sei!... Já sei!...»
Os seus “dados” são: inscrição: 28/9/1969; matrícula: 41/076; nome de código: CASA.
4° - Cardeal Ugo Poletti
Foi Vigário de Roma e, nessa qualidade, representante de Paulo VI no Governo da Diocese de Roma. Os seus “dados” são: inscrição: 17/2/1969; matrícula: 43/179; nome de código: UPO.
5° - Cardeal Sebastiano Baggio
Foi Prefeito da “Congregação dos Bispos” e, deste modo, propunha a nomeação dos novos Bispos, não obstante a acusação pendente de pertencer à seita maçónica, pelo que podia inundar as dioceses de todo o mundo com inscritos nas Lojas ou com filomações! Os seus “dados” são: inscrição: 14/8/1957; matrícula: 85/2640; nome de código: SEBA.
6° - Cardeal Joseph Suenens
Foi um dos grandes eleitores de Paulo VI. Suenens participou numa espécie de “pré-conclave”, reunido na Vila de Grottaferrata de Umberto Ortolani, famoso membro da Loja P2 de Licio Gelli! O Hon. Andreotti, no seu livro “A ogni morte di Papa”, falando daquela reunião, refere que um dos interventores lhe disse que “já estava conseguida a maioria canónica!”
Depois da sua eleição, Paulo VI nomeou Suenens “Moderador” do Concílio”.
Os seus “dados” são: inscrição: 15/6/1967; matrícula: 21/64; nome de código: IESU.
7° - Bispo Annibale Bugnini
Foi afastado por João XXIII do Ateneu Pontifício onde ensinava, mas Paulo VI chamou-o para lhe confiar a Reforma Litúrgica, nomeando-o, primeiro, Secretário do “Concilium ad exequendam Constitutionem de Sacra Liturgia”, e, depois, Secretário da Congregação para o Culto Divino.
No entanto, quando um Cardeal apresentou a Paulo VI a “prova” da pertença de Mons. Bugnini à Maçonaria, Paulo VI foi obrigado a afastá-lo de Roma, enviando-o como “pró-Núncio” para Teerão (Irão).
Os seus “dados” são: inscrição: 23/4/63; matrícula: 1365/75; nome de código: BUAN.
8° - Cardeal Franz Köenig
Foi Arcebispo de Viena. Teve dois processos civis, sendo em ambos reconhecida a sua pertença à Maçonaria. No jornal Católico “DRM” aparece um processo contra o professor Católico e escritor alemão E.K., o qual provou a filiação na Loja maçónica do Cardeal Köenig. Também o histórico membro da Maçonaria, Prof. Aldo Mola, indicou Köenig como pertencente à Maçonaria. É bom lembrar que, no Concílio, foi o Card. Köenig que recomendou aos Padres Conciliares “tomar, finalmente, em consideração a ideia (de cunho maçónico) de Teilhard de Chardin sobre o evolucionismo!”
9° - Cardeal Achille Liénart
Figura como “mação” em várias listas, como em “Introibo” de Julho de 1976 e no semanário italiano “Il Borghese”. Foi iniciado na Maçonaria em Cambrai, em 1912, e em 1924 foi elevado ao grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceite.
O franco-mação Sr. B. contou que, no tempo em que frequentava a Loja, encontrava o Card. Liénart!
É bem compreensível, então, que aquele Cardeal mação, no leito de morte, tenha exclamado: «Humanamente falando, a Igreja está perdida!»
10° - Bispo Paulo Marcinkus
Foi Presidente do Instituto de Obras da Religião (IOR) e implicado em obscuras vicissitudes financeiras, em estreitíssima colaboração com a Máfia e a Maçonaria.
Os seus “dados” são: inscrição: 21/8/1967; matrícula: 43/649; nome de código: MARPA.
Como final, quase a confirmar de modo autorizado a filiação de Paulo VI na Maçonaria, quero citar o Giornale Massonico Italiano (cf. “Rivista Massonica nº 5, Julho de 1978, vol. LXIX-XII, nova série), que publicou um “tributo” a Paulo VI que continha quanto segue:
«Para muita gente, essa (a morte de Paulo VI) é a morte de um Papa; evento providencialmente raro, mas que acontece ainda a distância de anos e decénios. Para nós, é a morte daquele que pôs fim à condenação de Clemente XII e dos seus sucessores. Pela primeira vez na história da Maçonaria moderna, o chefe da maior Religião do Ocidente não morre em hostilidade com os Franco-mações. E pela primeira vez na história, os Franco-mações podem render homenagem à sepultura de um Papa (Paulo VI) sem ambiguidade nem contradição».
 
***
 
Perante esta dramática situação da Igreja, a surpresa dos fiéis deve-se, principalmente, ao facto de ignorarem a existência de 586 documentos eclesiásticos que condenam a “seita satânica” da Maçonaria, emitidos durante 260 anos, desde 1798 até hoje.
Ademais, ignoram o “plano maçónico” denunciado pelo Papa Leão XIII na sua encíclica “Humanum genus”, isto é, que «o supremo objectivo dos franco-mações é este: destruir de cima a baixo toda a ordem religiosa e social, que foi criada pelo Cristianismo e, baseando-se nos fundamentos e normas do Naturalismo, refazê-la totalmente».
Ora, este “plano maçónico” de destruição da Igreja de Cristo está agora em execução.
Nas “directivas” maçónicas de 1961, lê-se: «O Concílio Vaticano II é a ocasião, a grande ocasião por nós longamente esperada para o triunfo das nossas idéias, dado que os mações já estão operativos em todos os níveis da Hierarquia Eclesiástica».
Mas, a arma para a destruição da Igreja é a corrupção e a mentira. Nos documentos da Alta Vendita, de facto, lê-se: «Corromperemos os povos por intermédio do Clero e o Clero por nosso intermédio» e ainda: «Faremos o Clero marchar sob a vossa (Maçonaria) bandeira, pensando marchar sob a bandeira das Chaves Apostólicas!»…
Esta realidade, infelizmente, isto já está sob os nossos olhos.
Leão XIII já o previra. O mação e alto iniciado Tommaso Ventura tinha reconhecido a “Humanum genus” como «o mais solene documento antimaçónico. O Papa vê muito bem, compreende o que é a Maçonaria, desvelou a sua fisionomia exacta, pôs a nu as suas aspirações em termos inequívocos».
Mas, então, porquê tantos Bispos e tanto Clero estão, actualmente, marchando sob a bandeira maçónica? É só ingenuidade, ignorância, ou é traição à Fé?
Uma traição que segue a de Paulo VI?
 
***
 
O meu interesse e a minha actividade antimaçónica começaram devido a um encontro não programado com Padre Pio, o qual me impôs a missão de dedicar toda a minha vida à defesa da Igreja de Cristo contra a obra da Maçonaria eclesiástica.
Mas foi num encontro posterior que Padre Pio me deu instruções específicas para esta “missão”, terminadas com um abraço e estas palavras: «Coragem, coragem, coragem, porque a Igreja já está invadida pela Maçonaria… A Maçonaria já chegou às pantufas do Papa!» Estava-se na segunda metade de 1963 e o Pontífice era Paulo VI.
Estas últimas palavras de Padre Pio foram a atribuição de uma tarefa e de um objectivo específico. Foi assim que, após a aprovação inicial desta minha “missão” por Pio XII e sob a direcção do Card. Ottaviani, Prefeito do Santo Ofício, iniciei o trabalho de indagação e de busca de documentos, o que me levou a descobrir, posteriormente, que além das pantufas de Paulo VI, a Maçonaria já tinha chegado também a muitas meias vermelhas de Bispos e Cardeais da Santa Igreja Romana.
O meu maior esforço, no entanto, foi a publicação do livro “Paolo VI beato?” (seguido de mais dois: “Paolo VI, processo a un Papa?” e “La ‘nuova chiesa’ di Paolo VI”), obra indispensável para bloquear a causa de beatificação de Paulo VI e a qual contém as provas da pertença de Paulo VI à Maçonaria, sendo a principal o quadro nº 12 da “porta de bronze” da Basílica de São Pedro.
Neste quadro nº 12, no dorso da mão esquerda da figura que representa Paulo VI, sobressaía uma “estrela de cinco pontas” inscrita num círculo. Tal símbolo, tipicamente maçónico, que representa “a religião do homem que se faz Deus”, depois da minha intervenção em alto nível, primeiro foi raspado; seguidamente, o quadro nº 12 foi substituído por outro.
Mas, nos trabalhos de pesquisa que efectuei, além de várias citações que comprovam a filiação de Paulo VI na Maçonaria, descobri que na pedra tumular de Giuditta Alghisi (mãe de Paulo VI), no cemitério de Verolavecchia (província de Brescia), estavam gravados, bem visíveis, símbolos maçónicos (esquadro, compasso, triângulo, etc.); obra – ao que se diz – desenhada pelo seu filho Giovanni Battista Montini.
Por outro lado, fez-se um estudo sobre o monumento a Paulo VI no Sacro Monte de Varese, cujo resultado foi que a essência da obra coincidia com a frase conclusiva do meu primeiro livro, “Paolo VI beato?”: «Quer dizer, um Paulo VI que traiu Cristo, a Igreja, a História». Só que a Maçonaria indica as “três traições” como os “três actos de justiça” do mação Paulo VI, no confronto de Cristo, da Igreja e da História!
No peito da estátua de Paulo VI neste monumento, além disso, ressalta um pendente quadrangular, que o autor do estudo demonstrou ser o Ephod do Sumo-sacerdote Judeu, Caifás!
Ora, é verdade que Paulo VI usou o Ephod no peito durante vários anos depois da sua visita à Terra Santa, mas o facto de que a Maçonaria tenha querido colocar tal símbolo no seu peito, num monumento que glorifica o mação Paulo VI e a própria Maçonaria, faz surgir a suspeita de que a posição de Paulo VI na hierarquia maçónica fosse realmente do vértice, se não verdadeiramente “o vértice”!


Fonte: Revista Chiesa Viva