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13 de janeiro de 2012

O pecado tem direitos?


Escrito por Pe. Lodi da Cruz | 10 Janeiro 2012

O PLC 122/2006 pretende dar direitos ao pecado do homossexualismo.
Se o PLC 122/2006 for aprovado, ocorrerá no Brasil o que já está ocorrendo em outros países que fizeram leis semelhantes: uma perseguição aos cristãos e a instauração da tirania homossexual.

No dia 06/12/2011, o jornal O Globo publicou “CNBB e Marta fazem acordo sobre projeto que criminaliza homofobia” (1). A notícia causou perplexidade na comunidade católica. Como poderia uma Conferência Episcopal fazer algum acordo sobre um projeto que pretende exaltar o homossexualismo e punir como criminosos os que se opõem a ele? Rapidamente a CNBB publicou uma nota oficial desmentindo o suposto “acordo”. Eis o seu inteiro teor:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Brasília, 07 de dezembro de 2011

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por fidelidade a Cristo e à Igreja, no firme propósito de ser instrumento da verdade, vem esclarecer que, atendendo à solicitação da senadora Marta Suplicy, a recebeu em audiência, no dia 1º de dezembro de 2011, e ouviu sua apresentação sobre o texto substitutivo para o PL 122/2006.

A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa. Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida

Presidente da CNBB 
(2)

A nota gerou alívio e apreensão. Alívio por esclarecer que não houve acordo. Apreensão porque a CNBB não disse que repudiava o projeto. Ao contrário, segundo a nota, a CNBB recebeu a senadora, “fez recomendações” e “deu sugestões”, dando a entender que o projeto em si poderia ser aproveitado com emendas. Por fim, afirmou que a Igreja está disposta a “combater todo tipo de discriminação”, sem distinguir a discriminação justa da injusta.
Parece, portanto, haver um perigo real de o projeto anti-“homofobia” ser aprovado com a complacência ou ao menos com a tolerância de nosso episcopado.

Existem discriminações justas
A nota de esclarecimento da presidência da CNBB diz que a Igreja combate “todo tipo de discriminação”. Supõe, portanto, que uma “discriminação” seja sempre injusta. Mas, objetivamente, não é assim. Na verdade, existem discriminações justas e até mesmo necessárias. A discriminação é, de fato, uma das práticas mais normais da vida social. Todos nós a praticamos dia a dia. Ao aplicar uma prova, o professor discrimina os alunos que tiraram notas altas daqueles que tiraram notas baixas. Aqueles são aprovados. Estes são reprovados. Ao escolher o futuro cônjuge, as pessoas geralmente fazem uma discriminação rigorosa, baseadas em diversos critérios: qualidades morais, inteligência, aparência física, timbre de voz, formação religiosa etc. Entre centenas ou milhares de candidatos, somente um é escolhido. Os outros são discriminados. Ao selecionar seus empregados, as empresas fazem uma série de exigências, que podem incluir: sexo, escolaridade, experiência profissional, conhecimentos específicos, capacidade de relacionar-se com o público etc. Certos concursos para policiais ou bombeiros exigem, entre outras coisas, que os candidatos tenham uma determinada altura mínima, que não ultrapassem uma certa idade e que gozem de boa saúde. Todos esses são exemplos de discriminações justas e necessárias.

Outros poderiam ser dados. O ladrão que é apanhado em flagrante é preso. A ele, como punição pelo furto ou roubo, é negada a liberdade de locomoção, que é concedida aos demais cidadãos. A prisão é um lugar onde, por algum tempo, são discriminados (com justiça) aqueles que praticaram atos dignos de discriminação.

Existem discriminações injustas
Se é justo privar da liberdade um criminoso (que perdeu o direito a ela pela prática de seu crime), não é justo negar a liberdade a alguém em virtude de sua cor. A escravidão dos negros, abolida no Brasil em 1888, é um exemplo de discriminação injusta. Também não é justo privar uma criança do direito à vida por causa de uma doença incurável, como querem os defensores do aborto eugênico. Um bebê deficiente tem o mesmo direito de nascer que um bebê sadio. Lamentavelmente, a senadora Marta Suplicy (PT/SP), quando era deputada federal, em 1996, foi autora de um projeto de lei (o PL 1956/96) que pretendia legalizar tal discriminação injusta.

Não é justo que a Igreja prive alguém da Santa Missa ou dos sacramentos por causa de sua pobreza ou condição social. Mas é justo (e necessário) que aqueles que estão em pecado grave abstenham-se da Comunhão Eucarística, sob pena de cometerem um sacrilégio.

Por isso, o Catecismo da Igreja Católica teve o cuidado de distinguir: “evitar-se-á para com eles [os homossexuais] todo sinal de discriminação injusta” (n.º 2358). O texto supõe, portanto, que a Igreja admite discriminações justas para com os homossexuais. E de fato admite. Uma delas é a proibição de receberem a Sagrada Comunhão, enquanto não abandonarem seu pecado (o que vale também para qualquer outro pecado grave). Outra é a impossibilidade de serem admitidos em seminários e casas religiosas.

Os homossexuais têm direitos?
Na sua primeira carta aos coríntios, São Paulo enumera alguns dos que não herdarão o Reino de Deus: “Não vos iludais! Nem os impudicos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os injuriosos herdarão o Reino de Deus” (1Cor 6,9-10). Nesta passagem o Apóstolo usa duas palavras para designar os homossexuais: malakói (efeminados) earsenokóitai (sodomitas).

Será que nenhum dos que foram enumerados acima têm direitos? Certamente que têm. O empregado que trabalhou para mim durante um mês tem direito a receber seu salário, mesmo que lamentavelmente se tenha embriagado. O ladrão que furtou meu dinheiro conserva seu direito à vida (e por isso eu não posso matá-lo).

Mas o ladrão não tem direito à vida como ladrão, e sim como pessoa. Da mesma forma, o bêbado não tem direito ao saláriocomo bêbado, e sim como pessoa que trabalhou.

Assim, se o homossexual tem algum direito – e o tem de fato –, não o tem como homossexual, mas como pessoa. E assim como não faz sentido elaborar uma Carta dos Direitos dos Ladrões ou uma Declaração dos Direitos dos Bêbados, é absurdo uma lei que defenda os “Direitos dos Homossexuais”.

Sendo um pecado (e um pecado contra a natureza!), o homossexualismo não acrescenta direitos à pessoa. Ao contrário, priva-a de direitos, a começar pelo direito ao Reino de Deus.

O que pretende o PLC 122/2006?
Os defensores dos supostos direitos dos homossexuais apregoam que estes são continuamente vítimas de violência. Segundo os homossexualistas, haveria até mesmo “esquadrões da morte” para exterminar homossexuais.

Ora, os que investem contra a família não têm compromisso com a verdade. Vamos, porém, apenas por hipótese, supor que haja muitos homicídios contra pederastas e lésbicas. Esse crime já está enquadrado no artigo 121 do Código Penal: “matar alguém”. Pena: “reclusão, de seis a vinte anos”. Note-se que o homossexual não pode ser morto porque ele é alguém, ou seja, uma pessoa humana, não porque ele é praticante do homossexualismo.

Imaginemos agora que um homossexual seja assassinado por um suposto “esquadrão da morte”. Esse delito está previsto na Lei 8072/80, que considera crime hediondo “o homicídio (art. 121), quando praticado em atividade típica de grupo de extermínio” (art. 1º, I).

Que pretende então a senadora Marta Suplicy, relatora do PLC 122/2006? Que nos casos acima, o autor do crime receba um aumento de pena pelo fato de a vítima ser homossexual. Ora, isso é um absurdo! Significa acrescentar direitos a alguém pelo fato de este alguém ter cometido um pecado. Esta é a essência do projeto anti-“homofobia”: dar direitos ao pecado.

Por ser essencialmente mau, o PLC 122/2006 não pode ser “emendado”. Não adianta, como tentou fazer a senadora, acrescentar um artigo tolerando a “manifestação pacífica de pensamento” contra o homossexualismo.

É verdade que se o PLC 122/2006 for aprovado, ocorrerá no Brasil o que já está ocorrendo em outros países que fizeram leis semelhantes: uma perseguição aos cristãos e a instauração da tirania homossexual.

Mas ainda que, por hipótese, esses nefastos efeitos não ocorressem, o projeto seria inaceitável. O motivo é simples: a pessoa não tem direitos especiais pelo fato de cometer uma determinada falta moral. É isso que se espera que os Bispos expliquem aos fiéis.
 
Anápolis, 8 de janeiro de 2012.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Presidente do Pró-Vida de Anápolis

20 de novembro de 2011

Perderam a batalha, mas estão ganhando a guerra.

CARLOS RAMALHETE
Visão reducionista de vida

17/11/2011, 00:35
CARLOSGAZETA@HSJONLINE.COM
Os paulistas costumam dizer que São Paulo perdeu a batalha e ganhou a guerra quando, apesar da derrota da Revolução Constitucionalista de 1932, uma Constituição foi promulgada em 1934.
Infelizmente, seria possível dizer que, em muitos aspectos, os nazistas perderam a batalha e ganharam a guerra.
O aspecto mais chocante do nazismo é, sem dúvida, o racismo genocida. Este, graças a Deus, continua sendo visto como um crime contra a humanidade. Outros aspectos, contudo, continuaram presentes, por vezes sob outro nome, por vezes abertamente.
O primeiro deles é a eugenia. “Eugenia”, ou “boa geração”, em grego, é a prática pela qual se procuraria “melhorar” uma população, livrando-se dos indesejáveis pela castração ou pela morte. Hoje ela está presente por toda parte; ter filhos passou a ser, como queriam os nazistas, coisa que só gente de bem pode fazer, e em condições muito planejadas. Um ou dois, e olhe lá. Pobre tem mais é que ligar as trompas.
Do mesmo modo, o aborto dos “indesejáveis” (principalmente os deficientes), mesmo ilegal no Brasil, continua não só sendo feito, como é objeto de campanhas repetidas pela sua legalização, muitas delas encabeçadas por organizações ligadas à IPPF americana, uma organização fundada com o objetivo específico de diminuir o número de negros no EUA. Na Holanda, o Protocolo de Groningen permite que crianças doentes sejam legalmente assassinadas até os 12 anos de idade.
Do mesmo modo, a eutanásia – a morte de pessoas idosas ou doentes – está sendo objeto de campanhas multimilionárias pela sua legalização e é praticada frequentemente em muitos países.
A ideia por trás de todos estes horrores é uma visão extremamente reducionista de vida, em que se considera que só vale a pena ser vivida uma vida prazerosa e produtiva. O sofrimento – que, afinal, é parte da existência – é tido como razão suficiente para que a própria vida perca seu valor. Como sofrimento é uma coisa muito subjetiva, não são poucos os que consideram que o sofrimento de não poder estudar em escola particular é razão suficiente para a morte. É o caso de quem prega que é aceitável abortar uma criança porque os pais só teriam condições de bancar um padrão de vida de classe média para um número menor de filhos.
Outros “valores” nazistas, como o culto ao corpo expresso no antitabagismo, na obrigatoriedade de “educação física” e em cuidados dietéticos (Hitler era vegetariano), também continuam de vento em popa.

Perderam a batalha, mas estão ganhando a guerra.

6 de junho de 2011

Informação incorrecta II

Milagre!!!

Milagre!!! Milagre!!!

Meus senhores, vivemos num Mundo maravilhoso, esta é a verdade. E quem pensar o contrário é um estúpido conspiracionista.

Surgiu uma bactéria, a já conhecida Escherichia coli, na variante mais mortífera?
De repente milhares de laboratórios do planeta todo começam as pesquisas e, após 18 minutos, eis que surge o remédio: há a vacina!!!

Uma empresa farmacêutica do Canada, a sempre pouco louvada Bioniche Life Sciences Inc., acaba de patentear a primeira vacina do Mundo contra a E.coli.

Após ter digerido um empréstimo estatal de 25 milhões de Dólares, a Bioniche começou a trabalhar sem paragem, dia e noite, noite e dia, até que o milagre aconteceu: pegaram numa vaca que estava tranquilamente a pastar e a pensar no triste destino de ser vaca, injectaram no animal a bactéria e a vaca, com pressa de voltar a pastar, produziu logo os anticorpos.

Que, assim, podem ser retirados e injectados num outro animal, o homem.

Na Bioniche fazem questão de salientar que o procedimento é inócuo para a vaca.
E a vaca confirma.

Mas quantas vacinas podem ser produzidas? E quando? É que aqui na Europa é uma apocalipse, já podemos contar milhões...menos? Ok, milhares...não? Talvez centenas...nem por isso...mas quantos são? 22? Ok, então já temos uma mini-apocalipse com 22 mortos!!!

Resposta: 500 milhões de vacinas num ano, 100 milhões até o final de 2011 (contas um bocado esquisitas, mas enfim, eles são os cientistas, eles é que sabem...).
Doutro lado, alguém tinha previsto este final feliz.
Quem? A Novartis. A sempre pouco louvada Novartis.

Que há um ano atrás (exactamente um ano) publicou na revista PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences) os resultados dum estudo.

Os técnicos da Global Head of Vaccines Research of Novartis Vaccines and Diagnostics (wow!) conseguiram espreitar o genoma da Escherichia coli e perceber que os tempos estavam maduros.

Explica Rino Rappuoli, chefe da equipa: 


A genómica oferece um potencial crescente em matéria de investigação, e individuámos antígenos que ninguém tinha identificado antes. Estes antígenos são capazes de proteger, em modelos que têm sido identificados, mas também estão presentes e conservados em quase todos os Escherichia, portanto, têm potencial para serem utilizados como componentes de uma vacina universal.

Isso foi há um ano.
Passados 12 meses, eis um surto de E.coli (variante "assassina") ameaça a saúde do género humano e uma empresa do Canada anuncia ter a vacina.

Grande sorte a nossa.
A Novartis que antecipa o futuro, uma farmacêutica canadiana que tem a vacina específica contra a bactéria E.coli O157:H7, a mesma que flagela o Velho Continente...Nós, meros mortais, temos que curvar-nos perante a Ciência e os seus misteriosos poderes esotéricos.

Grande sorte mesmo.
Ipse dixit.

Informação Incorrecta

Pânico - Nova Temporada: Escherichia coli

De facto faltava.


Este ano já tinham chegado a mimosa, as cegonhas, em Maio as rosas...mas faltava algo.

E pronto, cá está: a nova ameaça.


Uma nova gripe? Após a Gripe das aves e a Gripe suína, é a vez da Gripe das minhocas?


Das minhocas não, mas não anda muito longe: o alarme, de facto, partiu por causa de alguns pepinos.

Pepinos espanhóis.
Olé.


Logo ficou que claro que os pepinos eram sim responsáveis, mas não eram espanhóis: eram naturais da Alemanha! Então a ameaça é o quê? A Gripe da Merkel? Não, nada de gripe: desta vez o responsável é uma bactéria, a Escherichia coli, para os amigos E.coli.


2.000 infectados na Alemanha, com 17 mortos; 43 infectados na Suécia, 1 morto.

Total (17+1=18) 18 mortos!

Mas que tem de especial esta E.coli?

Nada de pânico

Diz a inoxidável Wikipedia, que tudo sabe e tudo conta: 

A Escherichia coli (pronúncia: /eskerikia koli/; também conhecida pela abreviatura E. coli) é uma bactéria bacilar Gram-negativa, que, juntamente com o Staphylococcus aureus é a mais comum e uma das mais antigas bactérias simbiontes do homem. O seu descobridor foi o alemão-austríaco Theodor Escherich, em 1885.

Theodor Escherich, eh? Muito, mas muito bem mesmo. Aliás, isso não interessa.


O facto mais relevante é que a E.coli parece ser uma bactéria simbiontes do Homem. Isso é, vive em simbiose no nosso organismo.


Vive em simbiose a agora mata? Ficou enervada?

Não: sofreu uma mutação.
Mas calma, não é o caso de espalhar o pânico, não queremos os exageros já vistos com a Gripe suína, pois não?

Reuters:
"Nos Estados Unidos, o Dr. Robert Tauxe do Center for Disease Control and Prevention afirmou que a estirpe é a mais letal encontrada até agora."

Isso mesmo. Nada de inúteis alarmismos.

Organização Mundial da Saúde:

"Uma variedade nova, extremamente tóxica e contagiosa."

Genomics Institute de Pequim:
"Uma bactéria de nova estirpe, altamente tóxica e resistente aos antibióticos."

Tanto para perceber, estas são as vozes de quem deveria tratar casos como estes, é pago por isso, não para aterrorizar os consumidores.

A propósito: até bem poucos anos atrás, estas pandemias, estas doenças misteriosas surgidas do nada, eram desconhecidas. Tentem lembrar: às vezes aparecia uma gripe um pouco mais agressiva, mas era tudo.

Agora não: mesmo com os progressos da ciência, mesmo com casas farmacêuticas que ganham o impossível, mesmo com laboratórios de pesquisa espalhados pelo mundo mas constantemente conexos via internet, mesmo agora volta a atmosfera da Peste Negra.

Depois uma pessoa começa a pensar em coisas estranhas mas tem de ficar calado para não ser rotulado de "paranoico".

E.coli, esta desconhecida

Escherichia coli
A E.coli é afinal uma bactéria simpática: está connosco desde sempre, vive no nosso intestino onde desenvolve as suas funções (ajuda nos processos da digestão), pois alguma coisa tem que fazer o bicho para viver.

A cada dia uma pessoa expele 100 mil milhões de E.coli, o que, dito entre nós, parece um desperdício, mas enfim.

No nosso intestino não há apenas E.coli, mas também os amiguinhos dela: Acidophilus, Bifidus e Rhamnonsus, por exemplo. Todas estas bactérias vivem num estado de equilíbrio: equilibradas elas, equilibrados nós.

Mas agora esta nova estirpe de E.coli arrisca estragar tudo. Como reconhecer esta E.coli maligna? Simples, é só lembrar o número: O104:H14. Ou, mais simplesmente, O104.
Se o leitor encontrar uma Escherichia coli O104 mude de passeio, pois esta tem um mau feitio.

E tanto para que as pessoas não fiquem tranquilas, os pesquisadores avançam com comparações bem pouco divertidas:
"Seria suficiente ingerir 100 bactérias de E.coli O107 para desencadear diarreia hemorrágica, com secreção da perigosíssima toxina Stx-2 que bloqueia a produção de proteínas e ataca directamente os rins."


Minha nossa: Stx-2!!!


Mas esperem: não estávamos a falar da E.coli O104? Esta é a O107.
"Nos Estados Unidos a cada ano 70.000 pessoas são infectadas com a O107 e 600 morrem."

Tudo bem , mas esta é a O104, outra estirpe mesmo.
Ok, vamos fazer assim: vamos ver quais as sugestões dos especialistas para sobreviver perante a ameaça mortal temporada 2011.

Sintomas e prevenção, claro que sim

Em primeiro lugar: os sintomas.

O leitor tem diarreia hemorrágica? Dores abdominais? Insuficiência renal aguda? E apesar disso ainda está em frente do computador?

Como? Ahhh, é para ler Informação Incorrecta, percebo.
Então eis a boa notícia: ficou infectado pela E.coli modelo O104, felicitações.

Sugestão: que tal ir para uma Urgência?

A seguir: prevenção.

Ainda não está infectado e nem está muito interessado nisso? Pessoa esquisita. Mas eis as dicas.

A infecção acontece com comida não higienizada: vegetais e carnes pouco cozidas em geral.

Gosta de cenouras cruas? Tipo coelho feliz? Então lave antes de comer. Que como sugestão parece um pouco estúpida: quem é que come os vegetais sem lava-los antes? Só quem aprecia o ranger da terra e dos insectos entre os dentes.

Discurso diverso no caso da carne. Gosta do bife mal passado (como eu)? Com ainda o sangue que pinga, tipo Dracula? Mau! Tem que deixar cozer a carne, pois o calor mata o E.coli.

Coitado do E.coli, que morte horrível! 
Bom, melhor ele que nós.

Atenção também ao leite: nunca beber o não pasteurizado, também porque é quase impossível encontra-lo.

Outra dica: lavar as mãos sempre após ter utilizado os serviços higiénicos.

Nao! Sério???
Sério: palavra dos especialistas.
Ipse dixit.


Fonte: Blog Informação Incorrecta

27 de maio de 2011

Canibalismo entre homossexuais choca Alemanha

Este artigo foge bastante do propósito deste Blog, porém a notícia foi tão estarrecedora, que penso, além do asco ela possa nos conscientizar ainda mais a quantas anda a humanidade!

Dificilmente fico sem palavras; quase sempre tenho algo para comentar; mas confesso, a hediondice foi tamanha que não consigo pensar em nada!
                                      
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Polícia descobre em controle rotineiro na internet assassinato seguido de canibalismo, que ocorreu há mais de um ano. Autor do crime e vítima, que se deixou matar voluntariamente, conheceram-se por meio de anúncio na web.

O caso veio a público somente nesta quinta-feira (12), depois que a polícia divulgou ter preso na quarta o suspeito de um caso de canibalismo que, nesse meio tempo, confessou e se encontra em prisão preventiva.

O presumível autor do crime, o especialista em computador Armin M., 41 anos, de Rotenburg, no estado de Hessen, foi descoberto ao anunciar na internet que procurava um homem entre 18 e 30 anos, com corpo bonito, para ser "abatido". Entre as respostas que ele recebeu, uma era da polícia, que estava rastreando a rede num controle rotineiro e entrou assim em sua pista. Ao revistar sua casa, na terça-feira (10), os investigadores descobriram fragmentos de um esqueleto, pedaços de corpo humano congelado e inúmeros vídeos.
  
 
Foto da vítima divulgada pela polícia.

O pavoroso crime de que o homem é acusado foi todo registrado em vídeo. Ao colocar um anúncio anterior de conteúdo semelhante na internet, o acusado ficou conhecendo Bernd Jürgen B., engenheiro de 42 anos, de Berlim, do qual se supõe que tinha também tendências canibalistas. Os dois eram homossexuais. O assassinato do engenheiro foi combinado entre ambos que, ao que consta, comeram antes juntos o pênis da vítima, amputado pelo iniciador da ação.

Depois de morto, o engenheiro berlinense foi esquartejado por Armin M., que comeu algumas porções da carne e congelou o restante para ir comendo aos poucos. A vítima estava desaparecida desde novembro de 2001, e só agora seu destino pôde ser esclarecido. O acusado confessou à polícia e repetiu a confissão ao juiz perante o qual foi conduzido. A Promotoria de Kassel, à qual cabe a competência no caso, não tem dúvida nenhuma sobre o estado mental do acusado, caso contrário "ele teria sido encaminhado à psiquiatria" e não à prisão preventiva.

O caso, que ultrapassa os limites da imaginação, chocou a opinião pública na Alemanha e deu origem a inúmeras tentativas de psicólogos e antropólogos de explicar o inexplicável.


5 de maio de 2011

Ter interpretado Jesus no filme "arruinou" minha carreira

O ator norte-americano Jim Caviezel explicou que ter interpretado Jesus no filme A Paixão de Cristo "arruinou" sua carreira mas esclareceu que não se arrepende de tê-lo feito.

Em declarações ao Daily Mail, Caviezel de 42 anos explica como logo depois de ter interpretado o papel de Cristo no filme –em cuja filmagem foi atingido por um raio e deslocou um ombro em uma cena da crucificação– as portas de Hollywood foram fechando-se uma atrás da outra para ele. "Fui rechaçado por muitos em minha própria indústria", indicou.

Ante um grupo de fiéis em uma
igreja em Orlando, Flórida, onde chegou para promover um livro em áudio da Bíblia, Caviezel -que se declara católico- comentou que era consciente de que isto podia acontecer e não se arrepende de ter atuado como Cristo. Mel Gibson, o diretor da obra, também o advertiu das conseqüências negativas para sua carreira se aceitava o papel.

"Disse-me: ´Você nunca voltará a trabalhar nesta cidade (Hollywood) e eu respondi: ‘Todos temos que abraçar nossas cruzes’. Jesus é tão polêmico hoje como sempre foi. As coisas não mudaram muito em dois mil anos", disse.

Caviezel, quem atuou em filmes como O Conde de Montecristo, Olhar de Anjo, e Além da Linha Vermelha era considerado antes da Paixão de Cristo como uma estrela ascendente em Hollywood, mas tudo mudou a partir da produção de 2004 que foi atacada ferozmente pelos meios seculares e pela poderosa Liga Antidifamatória Judia nos Estados Unidos que a considerou anti-semita.

Sobre Mel Gibson, Jim Caviezel comenta que "é um pecador horrível, não (?), entretanto ele não necessita nosso juízo mas as nossas
orações".

O ator afirmou também que sua fé o guia no âmbito pessoal e profissional. Por isso, não acredita que tenha sido uma coincidência que "aos 33 anos pedissem interpretar o papel de Jesus" e brincou sobre o fato de que seus iniciais (JC) fossem as mesmas que as de Jesus Cristo.

Em março de 2004, Jim Caviezel foi recebido pelo
Papa João Paulo II com quem conversou durante uns dez minutos acompanhado por sua esposa e seus sogros. Esse mesmo mês, o ator concedeu uma interessante entrevista à agência ACI Prensa na que detalhou como o fato de ter interpretado Jesus transformou sua vida e fortaleceu muito sua fé.

Naquela ocasião disse: "esta experiência me jogou nos braços de Deus".


Fonte:acidigital